Crime de mão própria: o rastro autobiográfico em Photomaton & vox, de Herberto Helder
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
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Myriam Correa de Araujo Avila
Paulo Fernando Henriques Britto
Paulo Fernando Henriques Britto
Resumo
A imagem do crime autobiográfico em Photomaton e vox, do poeta português Herberto Helder, suscita o diálogo com uma variedade de discursos, da teoria da literatura à filosofia, incluindo também história e direito. A partir de tais diálogos, este trabalho busca descrever como se produz, na obra, uma voz poética extremamente singular, que joga com elementos da autobiografia. Afastando-se, entretanto, das principais vertentes teóricas tradicionalmente voltadas a essa prática de escrita, a investigação envereda por uma aproximação entre a filosofia de Giorgio Agamben e a obra helderiana, dando especial atenção à função do rastro como signo da negatividade
Abstract
The image of autobiographical crime in Photomaton & vox, by Portuguese poet Herberto Helder, calls for an approach involving a range of discourses, from literary theory to philosophy, including history and law. Through such an approach, this study aims to describe how it is that, within Helders work, an extremely singular poetic voice emerges, playing with features of the autobiographical genre. However, as deviating from the main theoretical frameworks traditionally concerning autobiography, the investigation pursues the connection between Giorgio Agambens philosophy and Helders literature, focusing specially on the role of the trace as a sign of negativity
Assunto
Poesia portuguesa Historia e critica, Negatividade (Filosofia) na literatura, Autobiografia, Helder, Herberto, 1930- Photomaton & vox Crítica e interpretação, Filosofia na literatura
Palavras-chave
Autobiografia, Herberto Helder, Crime, Rastro, Negatividade