Crime de mão própria: o rastro autobiográfico em Photomaton & vox, de Herberto Helder

dc.creatorCíntia França Ribeiro
dc.date.accessioned2019-08-10T10:30:05Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:46:57Z
dc.date.available2019-08-10T10:30:05Z
dc.date.issued2013-01-23
dc.description.abstractThe image of autobiographical crime in Photomaton & vox, by Portuguese poet Herberto Helder, calls for an approach involving a range of discourses, from literary theory to philosophy, including history and law. Through such an approach, this study aims to describe how it is that, within Helders work, an extremely singular poetic voice emerges, playing with features of the autobiographical genre. However, as deviating from the main theoretical frameworks traditionally concerning autobiography, the investigation pursues the connection between Giorgio Agambens philosophy and Helders literature, focusing specially on the role of the trace as a sign of negativity
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-94LKUH
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPoesia portuguesa Historia e critica
dc.subjectNegatividade (Filosofia) na literatura
dc.subjectAutobiografia
dc.subjectHelder, Herberto, 1930- Photomaton & vox Crítica e interpretação
dc.subjectFilosofia na literatura
dc.subject.otherAutobiografia
dc.subject.otherHerberto Helder
dc.subject.otherCrime
dc.subject.otherRastro
dc.subject.otherNegatividade
dc.titleCrime de mão própria: o rastro autobiográfico em Photomaton & vox, de Herberto Helder
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Sabrina Sedlmayer Pinto
local.contributor.referee1Myriam Correa de Araujo Avila
local.contributor.referee1Paulo Fernando Henriques Britto
local.description.resumoA imagem do crime autobiográfico em Photomaton e vox, do poeta português Herberto Helder, suscita o diálogo com uma variedade de discursos, da teoria da literatura à filosofia, incluindo também história e direito. A partir de tais diálogos, este trabalho busca descrever como se produz, na obra, uma voz poética extremamente singular, que joga com elementos da autobiografia. Afastando-se, entretanto, das principais vertentes teóricas tradicionalmente voltadas a essa prática de escrita, a investigação envereda por uma aproximação entre a filosofia de Giorgio Agamben e a obra helderiana, dando especial atenção à função do rastro como signo da negatividade
local.publisher.initialsUFMG

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