Os efeitos da síndrome da imobilidade no paciente sob ventilação mecânica

dc.creatorCléia Ribeiro da Silva
dc.date.accessioned2022-08-09T16:57:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:31:15Z
dc.date.available2022-08-09T16:57:15Z
dc.date.issued2011-12-02
dc.description.abstractPatients undergoing prolonged mechanical ventilation are often deconditioned and limited terms of kinetic-functional. Bed rest and immobility contributes to further complications [12,13]. The mobilization of critically ill patients is not feasible, but in all situations where mobilization is used as a treatment technique is important that the safety issue is addressed before treatment is instituted [10]. The objective of this study was to address the importance of immobility in patients on mechanical ventilation and their different approaches to physiotherapy for a broader view and safe in the care of these patients. For this study, we selected 23 articles, by searching the Medline, Scielo, Lilacs and Pubmed search with determination between 2000 and 2010 to identify all studies that evaluated the effects of immobility syndrome in patient mechanical ventilation. Inclusion criteria were articles selected randomized, prospective and retrospective studies, published in English and Portuguese, studies of young people, adults and/or prolonged mechanical ventilation in the elderly, studies in children were excluded. Results: In the study by Hopkins et al 2007, the authors found a decrease in mean length of hospital stay for patients with respiratory failure since the implementation of the model of care for early activity, and also observed a decrease of 29% to 5% the tracheostomy and a drop of 12% to 3% in the weaning process failures [5]. Thomsen et al 2008, assessing ambulation of critically ill patients, the early activity in ICU, shown to be feasible and safe [23]. Conclusion: The early mobilization in patients on mechanical ventilation in the ICU showed that this intervention can be safe and associated with better functional outcomes in these patients, but the barriers to early mobilization of patients in the ICU are multifactorial, and a multidisciplinary approach on the mobilization early is needed as part of the daily routines of ICU’s [10,17].
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44097
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPulmões - Doenças
dc.subjectRespiração artificial
dc.subjectSistema respiratório
dc.subject.otherVentilação mecânica e imobilidade
dc.subject.otherFisioterapia e imobilidade UTI
dc.subject.otherVentilação mecânica e fisioterapia
dc.titleOs efeitos da síndrome da imobilidade no paciente sob ventilação mecânica
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Jocimar Avelar Martins
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7851839995892360
local.description.resumoPacientes submetidos à ventilação mecânica prolongada são frequentemente descondicionados e limitados do ponto de vista cinético-funcional. O repouso no leito contribui para a imobilidade e complicações posteriores [12,13]. A mobilização do paciente crítico não é inviável, porém em todas as situações onde a mobilização é usada como uma técnica de tratamento é importante que a questão da segurança seja abordada antes do tratamento ser instituído [10]. O objetivo deste estudo foi abordar a grande importância da imobilidade no paciente sob ventilação mecânica e suas diferentes formas de abordagem fisioterápicas, para uma visão mais ampla e segura na assistência a esses pacientes. Para este estudo, foram selecionados 23 artigos, através de busca nas bases de dados Medline, Scielo, Lilács e Pubmed com determinação da busca entre o ano de 2000 e 2010, para identificar todos os estudos que avaliaram os Efeitos da Síndrome da Imobilidade no Paciente sob Ventilação Mecânica. Como critérios de inclusão foram selecionados artigos randomizados, prospectivos e retrospectivos, publicados no idioma inglês e português, estudos realizados com indivíduos adolescentes, adultos e/ou idosos sob ventilação mecânica prolongada, estudos em crianças foram excluídos. Resultados: No estudo de Hopkins et al 2007, os autores encontraram uma diminuição na média do tempo de internação hospitalar em pacientes com insuficiência respiratória desde a implantação do modelo de cuidado com a atividade precoce, sendo observada também uma queda de 29% para 5% no número de traqueostomia e uma queda de 12% para 3% nas falhas dos processos de desmame [5]. Thomsen et al 2008, avaliando a deambulação de pacientes criticamente doentes, a atividade precoce na UTI, demonstrou ser viável e segura [23]. Conclusão: A mobilização precoce nos pacientes sob ventilação mecânica na UTI demonstrou que esta intervenção pode ser segura, porém as barreiras para a mobilização precoce dos pacientes na UTI são multifatoriais, e um enfoque multidisciplinar sobre a mobilização precoce é necessário como parte das rotinas diárias das UTI’s [10,17].
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Avanços Clínicos em Fisioterapia

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