Os sentidos de intencionalidade em Martin Heidegger nas preleções de 1919/20 A 1927

dc.creatorLígia Teixeira Freitas
dc.date.accessioned2026-03-11T21:35:11Z
dc.date.issued2025-12-05
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/2097
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectFilosofia - Teses
dc.subjectIntencionalidade (Filosofia) - Teses
dc.subjectHeidegger, Martin, 1889-1976
dc.subject.otherIntencionalidade
dc.subject.otherTranscendência
dc.subject.otherTemporalidade
dc.subject.otherMartin Heidegger
dc.titleOs sentidos de intencionalidade em Martin Heidegger nas preleções de 1919/20 A 1927
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Alice Mara Serra
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6251667363100903
local.contributor.referee1Deborah Moreira Guimarães
local.contributor.referee1Marco Antônio dos Santos Casanova
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4457039964881716
local.description.resumoEssa dissertação investiga os sentidos de intencionalidade no pensamento de Martin Heidegger na década de 1920. Seu objetivo é mostrar como a noção de intencionalidade, além de ser um tema fundamental da fenomenologia, perpassa a obra inicial de Heidegger, conforme se constata nas Preleções da década de 20. A partir das preleções Problemas fundamentais da fenomenologia (1919/1920), Prolegômenos para uma história do conceito de tempo (1925) e da preleção homônima Os problemas fundamentais da fenomenologia (1927), apresentamos as diferenças nos caminhos de abordagem da noção de intencionalidade em Heidegger, bem como as divergências interpretativas por eles suscitadas. Para maior clareza e compreensão da discussão entorno da noção de intencionalidade, remontamos a autores que detêm um lugar privilegiado no percurso heideggeriano: Franz Brentano, Wilhelm Dilthey e Edmund Husserl. No primeiro capítulo, apresentamos uma interpretação da Preleção de 1919/20, na qual a intencionalidade se apresenta como uma característica da vida – inspirada especialmente em Dilthey. A partir dessa Preleção, buscamos mostrar, por um lado, o modo como a intencionalidade é a princípio descrita como uma característica diferencial dos fenômenos psíquicos e, por outro, como essa qualificação não dá conta da dimensão da intencionalidade. Esse é precisamente o tema do segundo capítulo: mostrar como a intencionalidade, apresentada por Husserl nas Investigações Lógicas, torna possível pela primeira vez a investigação do campo que então se mostra como o interesse central de Heidegger: o campo do ser. Para tanto, partimos do que Heidegger denomina como as três descobertas fundamentais da fenomenologia – a intencionalidade, a intuição categorial e o sentido originário de a priori – com vistas a aprofundar, no terceiro e último capítulo, a análise da intencionalidade tendo em vista a necessidade, assinalada em 1925, de remetê-la à estrutura da temporalidade ekstática do ser-aí como cuidado (Sorge). Assim, a partir da Preleção de 1927, buscamos mostrar em que sentidos a intencionalidade, ao longo da década de 20, acompanha as mudanças que atravessam as Preleções desde sua delimitação inicial como uma característica da consciência, até o ponto em que ela não mais se distingue nitidamente da temporalidade ekstática do ser-aí.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia
local.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS
local.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA

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