A escrita bastarda de Salman Rushdie

dc.creatorTelma Borges da Silva
dc.date.accessioned2019-08-14T22:07:06Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:44:37Z
dc.date.available2019-08-14T22:07:06Z
dc.date.issued2006-07-03
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ALDR-6WEPQG
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectImperialismo
dc.subjectMinorias na literatura
dc.subjectIdentidade na literatura
dc.subjectHistoriografia
dc.subjectColonização
dc.subjectDualismo
dc.subjectPos-modernismo (Literatura)
dc.subjectLiteratura indiana (Inglês)
dc.subjectMemória na literatura
dc.subject.otherBastardia literária
dc.subject.otherMemória
dc.subject.otherMinorias
dc.subject.otherDiáspora
dc.subject.otherSalman Bushdie
dc.subject.otherIdentidade
dc.titleA escrita bastarda de Salman Rushdie
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Wander Melo Miranda
local.contributor.referee1Lyslei de Souza Nascimento
local.contributor.referee1Glaucia Renate Goncalves
local.contributor.referee1Maria Luiza Scher Pereira
local.contributor.referee1Simone Pereira Schmidt
local.description.resumoEsta tese elaborada, a partir de uma análise do romance O último suspiro do mouro, de Salman Bushdie, o conceito de bastardia literária e o considera importante instrumental teórico para a análise de metaficções historiográficas. A noção de pós-modernismo e suas contradições são, portanto, o fio condutor desta investigação. Temas como memória, identidade, diáspora, minorias; termos como colonizador, colonizado; Oriente, Ocidente; canônico, não-canônico; história oficial, história não-oficial contribuem para a compreensão de uma estratégia de escrita que propõe a leitor um outro locus de observação do texto literário, como alternativa aos já estabelecidos. Trabalhou-se, ainda, com os conceitos de híbrido (Brhabha e Lclau); mímica (Bhabha); zona de contato (Marie Louise Pratt); angústia da influência (Harold Bloom); palimpsesto (Gérard Genette), entre outros, como reflexões intermediárias na configuração do conceito depreendido a partir da obra de Rushdie, cuja proposta é dar ao texto literário a possibilidade de ser lido e escrito como um suplemento às versões canônicas e modernas. O texto bastardo, nas suas dimensões da enunciação e do enunciado, e por meio de uma postura impertinente de revelar "segredos" que o modernismo mantinha "no fundo de baús", dilui fronteiras, rompe binarismos que conferem ou conferiam ao Ocidente uma supremacia sobre o resto do planeta.
local.publisher.initialsUFMG

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