“I am done”: violência sexual, testemunho e reparação em ‘Hysterical Girl’

dc.creatorKarina Gomes Barbosa
dc.creatorCarlos Magno Camargos Mendonça
dc.date.accessioned2023-12-14T20:34:33Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:40:30Z
dc.date.available2023-12-14T20:34:33Z
dc.date.issued2022-02-22
dc.description.abstractWe read the short documentary Hysterical Girl (Kate Novack, 2020) in order to investigate the ways in which the disarticulation of temporal linearity and diachronism in the audiovisual, through language, can cause fissures in patriarchal narratives, promote a certain type of denunciation and, at the same time, a reparation for violence. We operate from a feminist perspective of audiovisual and archives, which demands revision processes in search of a new critical sight, and we focus on two cinematic strategies used in the film, editing and off. We conclude that the editing game, privileging the archive, the repertoire and the discourses, creates a testimonial space for Dora’s truth, stolen by Freud, and symbolically restores it.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.12957/logos.2021.62594
dc.identifier.issn0104-9933
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62007
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofLogos
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTemporalidade - Filosofia
dc.subjectArquivos
dc.subjectTestemunhas
dc.subject.otherTemporalidade
dc.subject.otherArquivo
dc.subject.otherTestemunha
dc.title“I am done”: violência sexual, testemunho e reparação em ‘Hysterical Girl’
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage123
local.citation.issue3
local.citation.spage107
local.citation.volume28
local.description.resumoRealizamos uma leitura do documentário em curta-metragem Hysterical Girl (Kate Novack, 2020) com o objetivo de investigar os modos pelos quais a desarticulação da linearidade temporal e do diacronismo no audiovisual, por meio da linguagem, pode provocar fissuras em narrativas patriarcais, promover certo tipo de denúncia e ao mesmo tempo reparação de violências. Partimos de uma perspectiva feminista do audiovisual e do arquivo, que demanda processos de revisão em busca de um novo olhar crítico, e nos debruçamos sobre duas estratégias cinemáticas empregadas no filme, a montagem e o off. Concluímos que o jogo da montagem, privilegiando o arquivo, o repertório e os discursos, cria um espaço testemunhal para a verdade de Dora, usurpada por Freud, e a restitui simbolicamente.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1860-3622
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4883-3410
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.departmentFAFICH - FACULDADE DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.e-publicacoes.uerj.br/logos/article/view/62594

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