Avaliação do efeito antinociceptivo da fração proteolítica P1G10, de Vasconcellea cundinamarcensis, sobre a dor neuropática periférica induzida por quimioterápico

dc.creatorCecília Assunção Moreira
dc.date.accessioned2021-03-05T16:40:58Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:54:05Z
dc.date.issued2020-12-18
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/35123
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectDoenças do sistema nervoso periférico
dc.subjectPaclitaxel
dc.subjectInflamação
dc.subjectCarica
dc.subject.otherDor neuropática periférica
dc.subject.otherPaclitaxel
dc.subject.otherInflamação
dc.subject.otherVasconcellea cundinamarcensis
dc.titleAvaliação do efeito antinociceptivo da fração proteolítica P1G10, de Vasconcellea cundinamarcensis, sobre a dor neuropática periférica induzida por quimioterápico
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Thiago Roberto Lima Romero
local.contributor.advisor1Miriam Teresa Paz Lopes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0312838190715662
local.contributor.referee1Luciene Bruno Vieira
local.contributor.referee1Igor Dimitri Gama Duarte
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7587114464422742
local.description.embargo2021-12-18
local.description.resumoEstudos prévios mostram que a fração proteolítica P1G10, advinda do látex de Vasconcellea cundinamarcensis, possui atividade antitumoral/antimetastática, bem como, atividade anti-inflamatória em diferentes modelos murinos. Na quimioterapia do câncer, alguns agentes citotóxicos, dentre estes paclitaxel (PTX), apresentam como um dos efeitos tóxicos, a dor neuropática periférica (DNP), produto de processo inflamatório em gânglios da raiz dorsal (GRD) da medula e nervos periféricos. Neste trabalho temos por objetivo avaliar o efeito protetor e/ou modulador de P1G10 sobre a DNP induzida pelo PTX em modelo experimental de alodinia ao frio (placa fria), em camundongos BALB/c fêmeas. Nesse modelo, a fração P1G10 não apresentou efeito antinociceptivo nas maiores doses (3 e 5 mg/kg) avaliadas. No entanto, o efeito foi observado, na dose de 1 mg/kg, ao impedir o desenvolvimento da alodinia fria pelo uso de PTX (PTX (8 mg/kg) vs P1G10 (1 mg/kg) + PTX (8 mg/kg), p < 0,001; ANOVA fatorial, pós-teste Tukey). O tratamento com PTX não promoveu alterações histopatológicas em estruturas nervosas envolvidas na nocicepção, como os GRD e os nervos ciáticos. Entretanto, observou-se uma tendência à diminuição da população celular no GRD, principalmente, no 18° dia após o início do tratamento com PTX (valores medianos: neurônios 74,5 - PTX vs 99,0 - controle, células periféricas 305,0 - PTX vs 407,0 - controle), sugerindo uma neurotoxicidade tardia do fármaco. Essa diminuição no número de células foi revertida com o tratamento concomitante de PTX e P1G10 (valores medianos: neurônios 113,0 e células periféricas 377,0; ANOVA de um fator de Kruskal-Wallis por postos). Assim, P1G10 mostrou possuir atividade antinociceptiva na DNP induzida por PTX, caracterizada pela reversão da alodinia ao frio, possivelmente, atuando como protetor celular, uma vez que impede o dano causado por PTX.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas - Fisiologia e Farmacologia

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