Aplicativos de saúde móvel no tratamento de doenças cardiovasculares
Carregando...
Data
Autor(es)
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Monografia de especialização
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Antônio Carlos Pinheiro de Oliveira
Sérgio Ricardo Aluotto Scalzo Júnior
Sérgio Ricardo Aluotto Scalzo Júnior
Resumo
O crescimento contínuo dos gastos em saúde tem levado a necessidades
diversificadas de atenção. Dessa forma, se faz necessário desenvolver mecanismos
de articulação entre os setores envolvidos na produção, incorporação e na utilização
de tecnologias no sistema de saúde. Perante o cenário atual do aumento da
mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV) em que se encontra no Brasil,
espera-se que o uso de aplicativos para smartphones que auxilia os pacientes
portadores de DCV seja promissor, mas a falta de uma estrutura orientadora
abrangente é a principal barreira para padronizar a coleta e a integração de dados,
gerando insegurança aos profissionais e usuários. Por conseguinte, este trabalho
objetiva revisar o benefício e as estratégias de adesão na utilização do aplicativo de
saúde no processo de manejo farmacoterapêutico e adesão medicamentosa para
pacientes portadores de DCV. Em relação aos procedimentos metodológicos, foi
realizada uma revisão integrativa de literatura, onde a amostra foi compostade artigos
pesquisados na biblioteca acadêmica: PubMed, onde foram selecionados 7 trabalhos
e a duração dos estudos ocorreu de fevereiro de 2019 a maio de 2020. O resultado
encontrado foi que o uso de aplicativos de saúde móvel como uma ferramenta aditiva
é eficaz no manejo farmacoterapêutico e na adesão medicamentosa para portadores
de DCV, porém mais rigor por partes de órgãos regulatórios e estabelecimento de
diretrizes baseadas em evidencias são necessárias para aumentar a credibilidade dos
apps. Conclui-se que novas estratégias, que auxiliem na melhora do desfecho clínico,
são essenciais para o manejo de DCV, visto que essa doença é ainda a mais
prevalente, segundo o Ministério da Saúde, no seguimento de mortalidade e
morbidade dentre as doenças crônicas não transmissíveis no Brasil.
Abstract
The continued growth in health spending has led to diverse needs for care. Thus, it is
necessary to develop mechanisms for articulation between the sectors involved in the
production, incorporation and use of technologies in the health system. Given the
current scenario of increased mortality from cardiovascular disease (CVD) in which it
is found in Brazil, it is expected that the use of applications for smartphones helping
patients with CVD is promising, but the lack of a comprehensive guiding structure is
the main barrier to standardize data collection and integration, which creates insecurity
for professionals and users. Therefore, this work aims to review the benefit and
adherence strategies in the use of the health application in the process of
pharmacotherapeutic management and medication adherence for patients with CVD.
Regarding the methodological procedures, the research was a narrative review of the
literature and consists of articles researched in the academic library: PubMed, where
7 studies were selected, and the duration of the studies occurred from February 2019
to May 2020. The result found was that the use of mobile health applications as an
addictive tool is effective in pharmacotherapeutic management and medication
adherence for patients with CVD. However, more rigor by regulatory bodies and the
establishment of evidence-based guidelines are necessary to increase the credibility
of the apps. It is concluded that new strategies, which help to improve the clinical
outcome, are essential for the management of CVD, since this disease is still the most
prevalent, according to the Ministry of Health, in the follow-up of mortality and morbidity
among chronic non-communicable diseases in Brazil.
Assunto
Doenças cardiovasculares, Acesso à informação, Saúde pública
Palavras-chave
Doenças cardiovasculares, Aplicativos móveis de saúde, regulamentações, regulamentações brasileiras, saúde pública no Brasil