Controle social : a trajetória dos “usuários” nos espaços de representação e de decisões do SUS

dc.creatorMaria Aparecida do Amaral Godoi de Faria
dc.date.accessioned2025-09-08T12:17:00Z
dc.date.accessioned2025-10-03T19:17:05Z
dc.date.available2025-09-08T12:17:00Z
dc.date.issued2012-10-17
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/85072
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherConselhos
dc.subject.otherConferências
dc.subject.otherControle social
dc.subject.otherDemocracia participativa
dc.subject.otherDemocracia representativa
dc.titleControle social : a trajetória dos “usuários” nos espaços de representação e de decisões do SUS
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Áurea Mota
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0915826026630631
local.contributor.referee1Telma Maria Gonçalves Menicucci
local.contributor.referee1Debora Cristina Rezende de Almeida
local.description.resumoEste trabalho propõe traçar o perfil dos representantes do segmento dos “usuários” no controle social do Sistema Único de Saúde como também verificar se existe articulação entre os Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional de Saúde no debate, elaboração e implementação das políticas públicas nesse âmbito. O resgate histórico sobre a mudança do sistema político brasileiro dos anos de 1970, concomitantemente à reforma sanitária no país, foi o principio da busca por essa identidade. A participação social, como sentido amplo da democracia participativa, contribuiu para identificarmos as formas de organização da população nos bairros, municípios, que lutavam por um modelo de inclusão nas políticas de saúde, colocando em xeque a organização interna do Estado e sua relação com a sociedade. Outra forma de busca desse representante foi a pesquisa de campo realizada com o Conselho Municipal de Saúde de Diadema/SP, Conselho Estadual de Saúde de SP e o Conselho Nacional de Saúde. Através destes, foi feito levantamento das atas das reuniões, Regimento Interno e composição para entender a dinâmica, a relação do gestor com esses espaços democráticos, a relação do representante com sua base, etc.. Também se utilizou das legislações brasileiras buscando as formas de institucionalização da democracia, de participativa para representativa, nos espaços do controle social. Análise feita, a conclusão a que se chegou é que a democracia participativa é visivelmente identificada no Conselho Municipal de Saúde onde existem mais espaços de participação social e a representação dos “usuários” é considerada legítima. No momento em que essa representação abrange espaços geográficos maiores, as formas de representação vão se transformando e diminuindo a legitimidade. Por outro lado também tem que se levar em consideração que vários aspectos regionais, políticos sociais e econômicos interferem na dinâmica dos Conselhos que podem favorecer, ou não, a participação. O controle social é a marca dos governos democráticos, porém, ao mesmo tempo em que se mobiliza a sociedade civil para participar destes espaços, não se consegue, na maioria das vezes, fazer com que os gestores públicos implementem as deliberações e resoluções encaminhadas por esses agentes.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Monografia revisada - Maria Aparecida do Amaral Godoi de Far.pdf
Tamanho:
8.83 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
8.83 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: