Determinantes da estrutura de capital das empresas que compõe o Índice Small Caps da B3

dc.creatorGabriel Augusto de Carvalho
dc.creatorJoão Eduardo Ribeiro
dc.creatorHudson Fernandes Amaral
dc.date.accessioned2023-05-23T15:54:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:54:54Z
dc.date.available2023-05-23T15:54:40Z
dc.date.issued2018-07
dc.identifier.issn2676-0061
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53810
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofUSP International Conference in Accounting
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCapital (Economia)
dc.subjectAdministração
dc.subject.otherEstrutura de Capital
dc.subject.otherTrade-off
dc.subject.otherPecking Order
dc.titleDeterminantes da estrutura de capital das empresas que compõe o Índice Small Caps da B3
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage19
local.citation.issue18
local.citation.spage1
local.description.resumoO objetivo deste estudo é analisar os determinantes do endividamento de curto e de longo prazo das empresas que compõe o Índice SMLL da B3, a fim de identificar qual teoria melhor descreve o comportamento dessas empresas: a teoria do trade-off ou a pecking order. Para tanto, foram levantados na literatura os fatores internos da firma apontados como determinantes para a decisão do nível de endividamento da empresa. Desse modo, nesse estudo optou-se por utilizar como variáveis explicativas para o endividamento de curto e de longo prazo a rentabilidade, risco, tamanho, liquidez corrente, crescimento e tangibilidade dos ativos. Os dados considerados foram anuais para o período de 2007 a 2016 e foram coletados a partir da plataforma de informações financeiras Bloomberg. Da amostra inicial, foram excluídas as empresas que não possuíam dados para o período, resultando em uma amostra final de 46 empresas. Os procedimentos econométricos foram realizados a partir de modelos de dados em painel, com o apoio dos softwares Stata e Gretl. Como resultado, observou-se que para o endividamento de curto prazo a rentabilidade, tamanho e crescimento não foram significantes no modelo, já o risco, liquidez corrente e tangibilidade apresentaram relação negativa com essa variável. Para o endividamento de longo prazo, liquidez corrente e tangibilidade não foram significantes, as variáveis risco, tamanho e crescimento apresentaram uma relação positiva com essa variável, e a rentabilidade uma relação negativa. No tocante as teorias que esse estudo se propôs a analisar, não foi possível perceber o predomínio de uma delas na amostra estudada. Esse resultado mostra que elas possuem um poder de explicação limitado no contexto do mercado brasileiro, que possui características distintas dos mercados nos quais essas teorias foram desenvolvidas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://https://congressousp.fipecafi.org/anais/Anais2018/ArtigosDownload/1201.pdf

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