Prevalência de fumantes adultos nas capitais brasileiras, segundo privação socioeconômica

dc.creatorRegina Tomie Ivatabernal
dc.creatorRuth Dundas
dc.creatorMauricio Lima Barreto
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.creatorRenato Azeredo Teixeira
dc.creatorAlastair Hay Leyland
dc.creatorVittal Srinivasa Katikireddi
dc.creatorElizabeth Bailey Brickley
dc.creatorElzo Pereira Pinto Júnior
dc.creatorMaria Yuri Travassos Ichiara
dc.creatorMirjam Allik
dc.date.accessioned2025-08-20T19:38:15Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:49:42Z
dc.date.available2025-08-20T19:38:15Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractObjective: To estimate the prevalence of adult smokers in the 26 capitals and the Federal District according to the Brazilian Deprivation Index (Índice Brasileiro de Privação – IBP). Methods: Dataset on smoking were obtained from the Surveillance of Risk and Protective Factors for Noncommunicable Diseases by Survey (Vigitel) system for the 26 capitals and the Federal District, in the period from 2010 to 2013. The IBP classifies the census sectors according to indicators such as: income less than ½ minimum wage, illiterate population and without sanitary sewage. In the North and Northeast regions, the census sectors were grouped into four categories (low, medium, high and very high deprivation) and in the South, Southeast and Midwest regions into three (low, medium and high deprivation). Prevalence estimates of adult smokers were obtained using the indirect estimation method in small areas. To calculate the prevalence ratios, Poisson models are used. Results: The positive association between prevalence and deprivation of census sector categories was found in 16 (59.3%) of the 27 cities. In nine (33.3%) cities, the sectors with the greatest deprivation had a higher prevalence of smokers when compared to those with the least deprivation, and in two (7.4%) there were no differences. In Aracaju, Belém, Fortaleza, João Pessoa, Macapá and Salvador, the prevalence of adult smokers was three times higher in the group of sectors with greater deprivation compared to those with less deprivation. Conclusion: Sectors with greater social deprivation had a higher prevalence of smoking, compared with less deprivation, pointing to social inequalities.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720230044.2
dc.identifier.issn19805497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84461
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesigualdades de Saúde
dc.subjectFatores Socioeconômicos
dc.subjectAnálise de Pequenas Áreas
dc.subjectTabagismo
dc.subject.otherIniquidades em saúde
dc.subject.otherIniquidade social
dc.subject.otherEstudos de prevalência
dc.subject.otherAnálise de Pequenas Áreas
dc.subject.otherTabaco
dc.subject.otherInquéritos
dc.titlePrevalência de fumantes adultos nas capitais brasileiras, segundo privação socioeconômica
dc.title.alternativePrevalence of adult smokers in Brazilian capitals according to socioeconomic deprivation
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage9
local.citation.issuee230044
local.citation.spage1
local.citation.volume26
local.description.resumoObjetivo: Estimar as prevalências de adultos fumante nas 26 capitais e no Distrito Federal segundo o Índice Brasileiro de Privação. Métodos: Os dados sobre tabagismo foram obtidos junto ao sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito (Vigitel) para as 26 capitais e o Distrito Federal, no período de 2010 a 2013. O Índice Brasileiro de Privação classifica os setores censitários segundo indicadores como: renda menor que meio salário mínimo, população não alfabetizada e sem esgotamento sanitário. Nas regiões Norte e Nordeste, os setores censitários foram agrupados em quatro categorias (baixa, média, alta e muito alta privação) e, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, em três (baixa, média e alta privação). As estimativas de prevalências de adultos fumantes foram obtidas pelo método indireto de estimação em pequenas áreas. Para o cálculo das razões de prevalências, empregram-se modelos de Poisson. Resultados: A associação positiva entre a prevalência e a privação das categorias de setores censitários foi encontrada em 16 (59,3%) das 27 cidades. Em nove (33,3%) cidades, os setores de maior privação apresentaram maior prevalência de fumantes quando comparados aos de menor privação e, em duas (7,4%), não apresentaram diferenças. Em Aracaju, Belem, Fortaleza, João Pessoa, Macapá e Salvador, as prevalências de adultos fumantes foram três vezes maiores no grupo de setores com maior privação em relação aos de menor privação. Conclusão: Setores de maior privação social apresentaram maiores prevalências de tabagismo, comparados com menor privação, apontando desigualdades sociais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/1980-549720230044.2

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