O revés da árvore do esquecimento: a religiosidade africana reexistindo nos corpos e memórias dos jovens e adultos

dc.creatorMônica Mainarte de Moura
dc.date.accessioned2023-02-06T13:19:09Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:16:23Z
dc.date.available2023-02-06T13:19:09Z
dc.date.issued2010-12-11
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49568
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherEducação de jovens e adultos
dc.subject.otherReligiosidade africana
dc.subject.otherLiberdade religiosa
dc.subject.otherIntolerância religiosa
dc.titleO revés da árvore do esquecimento: a religiosidade africana reexistindo nos corpos e memórias dos jovens e adultos
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Miriam L. S. Jorge
local.contributor.advisor1Liliane dos Santos Jorge
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9526315090152529
local.contributor.referee1Maria José Batista Pinto
local.description.resumoEste trabalho consiste na sistematização de um Plano de Ação Pedagógica, desenvolvido no ano de 2010, na educação de jovens e adultos, Projeto EJA-BH, em uma turma de estudantes de 14 a 88 anos, atendida na União Dos Paraplégicos de Belo Horizonte (UNIPABE). Seu tema central foi identificar a presença de elementos de religiosidade de matriz africana em sujeitos do Projeto EJA/BH e teve como principais objetivos incorporar, em sua identidade, a africanidade como valor, como resistência histórica e cultural, além de contribuir para a implementação da Lei 10.639/2003 e formar juízos ponderados para o combate à intolerância religiosa. Estruturado em três partes traz, na introdução, uma descrição do contexto em que o Plano de Ação Pedagógica foi desenvolvido, onde é apresentada a temática escolhida e sua justificativa teórica, bem como seus objetivos gerais e específicos. Ainda na primeira parte, em sua justificativa, é feita a discussão teórica acerca da omissão da escola em seu papel de promover o debate religioso em função da sua suposta “laicidade” e do seu dever, previsto em diversas legislações, de fazê-lo para a promoção da liberdade de manifestação religiosa e a paz entre as religiões. Na segunda parte são descritas as ações desenvolvidas, destacando atividades de resgate de memória, problematização da intolerância religiosa e estudo sobre as principais religiões brasileiras de matriz africana, bem como o sincretismo da sua constituição e a força de sua presença na nossa cultura. Finalmente, na terceira parte, foi apresentada uma avaliação do trabalho feito ressaltando as impressões, sentimentos expressos, elaborações e reelaborações conceituais produzidas pelos estudantes e também pela professora, além da conclusão de que a dificuldade em trabalhar com a temática da religiosidade pesa mais para a instituição escolar que para os estudantes, que se mostraram abertos, sensíveis e maduros, tanto emocional como cognitivamente.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação e Docência

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