Os tons da depressão : restrições na percepção visual de cores
| dc.creator | Manuela Gomes Alves de Abreu | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T02:53:39Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-10-03T19:11:31Z | |
| dc.date.available | 2025-09-08T02:53:39Z | |
| dc.date.issued | 2025-06-06 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/85029 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | .Percepção visual | |
| dc.subject | Depressão mental | |
| dc.subject | Fenomenologia existencial | |
| dc.subject.other | Percepção visual | |
| dc.subject.other | Daseinsanálise | |
| dc.subject.other | Depressão | |
| dc.subject.other | Fenomenologia | |
| dc.title | Os tons da depressão : restrições na percepção visual de cores | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Paulo Eduardo Rodrigues Alves Evangelista | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/3084168914704520 | |
| local.contributor.referee1 | José Paulo Giovanetti | |
| local.description.resumo | Este estudo trata-se de uma revisão narrativa que busca compreender a relação entre a depressão e a percepção visual de cores a partir de uma abordagem fenomenológico-existencial. A motivação surgiu de relatos clínicos de clientes que, durante o diagnóstico de depressão, relataram restrições no espectro de cores percebidas. A fundamentação teórica explora a concepção de ser humano como Dasein, compreendendo a existência como abertura-compreensiva-afetiva e considerando o adoecimento como uma restrição de possibilidades existenciais, que se manifesta na corporeidade, na espacialidade e na liberdade do ser-no-mundo. A revisão de literatura revela que a depressão está associada a alterações na percepção visual de cores e contraste, indicando uma relação entre o estado depressivo e prejuízos na visão. No entanto, esses estudos focam nos aspectos físicos e comportamentais, sem abordar esse fenômeno sob uma perspectiva existencial. A discussão propõe que a restrição na percepção de cores na depressão simboliza uma ausência de afeto, sentido e possibilidades de vir-a-ser, refletindo uma existência vazia e limitada. A percepção visual, nesse contexto, é uma forma de abertura ao mundo que, quando comprometida, revela o impacto profundo da depressão na existência do indivíduo. Por fim, o trabalho conclui que a depressão afeta diversas dimensões do ser, incluindo a relação com o mundo, com a corporeidade e temporalidade. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Curso de Especialização em Psicologia Clínica: Gestalt-Terapia e Análise Existencial |