Práticas obstétricas na assistência ao parto e nascimento: conhecendo o setor suplementar de saúde do município de Belo Horizonte, Minas Gerais

dc.creatorFabiana de Araújo Santos Rocha
dc.date.accessioned2020-07-01T00:12:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:32:24Z
dc.date.available2020-07-01T00:12:10Z
dc.date.issued2015-10-15
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/33720
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectParto Humanizado
dc.subjectTrabalho de Parto
dc.subjectEnfermagem Obstétrica
dc.subjectSaúde Suplementar
dc.subjectEstudos Transversais
dc.subject.otherEnfermagem obstétrica
dc.subject.otherParto humanizado
dc.subject.otherSetor suplementar de saúde
dc.subject.otherTrabalho de parto
dc.titlePráticas obstétricas na assistência ao parto e nascimento: conhecendo o setor suplementar de saúde do município de Belo Horizonte, Minas Gerais
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Kleyde Ventura de Souza
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3876493661217447
local.description.resumoO presente estudo descreve e avalia as práticas obstétricas em maternidades do setor suplementar de saúde do município de Belo Horizonte, MG, na assistência à gestantes de risco habitual, utilizando como parâmetros as recomendações da OMS e MS. Trata-se de um estudo transversal que utilizou como fonte de dados a pesquisa “Nascer em Belo Horizonte: Um inquérito sobre parto e nascimento”, realizada entre os anos de 2011 e 2012. Quatro maternidades do setor privado de Belo Horizonte participaram do estudo, totalizando 207 puérperas entrevistadas. Quanto às práticas consideradas “demonstradamente úteis” pela OMS foram observadas as seguintes frequências nos serviços dessas instituições: oferta de dieta: 5%; liberdade de movimentação: 47%; métodos não farmacológicos para o alívio da dor: 12% e presença de acompanhante no parto: 95%. Em relação às práticas consideradas “claramente prejudiciais” pela OMS a Manobra de Kristeller foi observada em 77% dos nascimentos. Como práticas “frequentemente utilizadas de modo inapropriado” foram observadas: a analgesia: 68%; o uso de ocitocina: 56%; amniotomia: 60%; a episiotomia: 49% e posição de litotomia: 96%. Foi possível concluir que nessas maternidades prevalece uma assistência obstétrica obsoleta, onde as evidências científicas preconizadas pela OMS e MS não são obedecidas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Rede Cegonha

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
2013-FabianaA.S.Rocha-Prat.Obst.Assist.Parto-Conh.S.Suplem.BH.pdf
Tamanho:
482.65 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
2.07 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: