Interiores de casas residenciais em Belo Horizonte: a década de 1950

dc.creatorSamantha Cidaley de Oliveira Moreira
dc.date.accessioned2019-08-14T10:09:17Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:46:01Z
dc.date.available2019-08-14T10:09:17Z
dc.date.issued2006-11-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9ADG96
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBelo Horizonte (MG) História
dc.subjectHistória
dc.subjectDecoração de interiores Belo Horizonte (MG)
dc.subjectModernidade
dc.subject.otherDecoração de ambientes
dc.subject.otherEnsino do design
dc.subject.otherCasa
dc.subject.otherModos de vida
dc.subject.otherBelo Horizonte
dc.subject.otherModernidade
dc.titleInteriores de casas residenciais em Belo Horizonte: a década de 1950
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Eliza Linhares Borges
local.contributor.referee1Thais Velloso Cougo Pimentel
local.contributor.referee1Luciene Lehmkuhl
local.description.resumoResultado de expectativas, experiências e possibilidades, a casa é o que seu habitante faz dela. É sua leitura do mundo interpretada sob a forma arquitetônica, os elementos decorativos e materiais de acabamento. Móveis, adornos e utensílios, dentre outros artefatos que conformam, constituem e adornam os ambientes internos da habitação, também representam o que pensam seus moradores, e em que medida vivenciam, ou não, o mundo exterior. Nesse tocante, este trabalho se constitui como um estudo dos modos de vida no mundo privado, numa cidade construída com o propósito de ser vista como moderna. Através da análise da decoração dos ambientes internos das casas residenciais de famílias da elite econômica e intelectual em Belo Horizonte, durante a década de 1950, pretendemos verificar interações, ou não entre os ritmos de vida pública e privada. Para tanto, no primeiro capítulo tratamos de apresentar e discutir aspectos relacionados aos modos de viver no espaço doméstico em Belo Horizonte, especialmente nos anos 50, quando novos conceitos de modernidade tomavam as ruas da cidade e os corredores das casas residências. No segundo capítulo passamos à reflexão de evidências que demonstram o maior interesse da população urbana pela decoração de ambientes domésticos. Mais do que isto, buscamos demonstrar que, como conseqüência da idéia de modernidade vigente no século XX, a prática da decoração de ambientes deixou de ser compreendida como simples ornamentação do espaço edificado, passando a ser entendida como o planejamento da ocupação e do uso dos espaços e dos artefatos que conformam uma casa urbana como tal. Em meio a diversidade da produção industrial, visando promover as relações de convívio e o bem-estar dos ocupantes de uma edificação, a prática da decoração de ambientes passou a exigir profissionais especializados no assunto. Tal exigência favoreceu a instalação de cursos de decoração, dentre eles o de bacharelado, hoje denominado Design de Ambientes, oferecido na Escola de Design da UEMG, há 50 anos. Finalmente, no terceiro capítulo nos propomos explicitar o apelo e a condição de ser moderno para a elite econômica e intelectual na década de 1950. Para isto, consideramos a hipótese que o teor das matérias veiculadas nas revistas Acrópole, Arquitetura e Engenharia e Casa e Jardim, fontes desta pesquisa, certamente era direcionado para setores da sociedade que tinham condições econômicas para adquirir as inovações tecnológicas. Conhecidas as tendências para a decoração de ambientes domésticos na década de 1950, tratamos de apresentar e descrever os interiores de casas residenciais, publicados na revista Arquitetura e Engenharia, de maneira a verificar em que medida os moradores de Belo Horizonte consumiram, apropriaram, adaptaram e/ou rejeitaram as novas propostas para o ambiente doméstico na década de 1950.
local.publisher.initialsUFMG

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