Juízo e espaço público: uma relação em permanente tensão no pensamento político de Hannah Arendt
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
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Heloisa Maria Murgel Starling
Odílio Alves Aguiar
Odílio Alves Aguiar
Resumo
Este trabalho tem por meta expor o papel vital das tensões, no pensamento de Hannah Arendt, principalmente em relação à promoção da liberdade política, como forma de recuperação da dignidade da política. O desenvolvimento dessa exposição passa pela apresentação da idéia da pluralidade como uma categoria fundamental, e ponto nevrálgico das articulações arendtianas. Desta constatação, evidencia-se o papel e a presença das tensões no pensamentoarendtiano, bem como a sua localização no espaço público, e o juízo como faculdade apta a articular as tensões, extraindo delas vitalidade para a política. Assim, o que desponta dessa elaboração é a projeção da liberdade como sentido da política (ainda que como um fato historicamente trágico), a partir da relação com as tensões, contudo um tema por continuar a ser pensado e refletido.
Abstract
The aim of this paper is to show the vital function of the tension presentin Hannah Arendts thought, mainly when promoting political freedom andways of reviving political dignity. The development of this topic has as itsessential point and fundamental category the idea of plurality constantlypresent in arendtians articulations. From this inquiry, it is evident the role and presence of the tensions in Arendtians thought, as its location in the public space, and judgment as a faculty capable of articulating the tensions, extracting from them vitality to the politics. Therefore, what blunts from this elaboration is the projection of freedom as politics sense (even this being a fact historically tragic), from the relation with the tensions, however, a theme for further thought and reflection.
Assunto
Arendt, Hannah, 1906-1975, Filosofia moderna Sec XX, Filosofia, Liberdade, Espaços públicos, Filosofia alemã Séc XX
Palavras-chave
Liberdade Política, Hannah Arendt, Filosofia