Investigating bilinguals’ sensitivity to English regular past morphology: a self-paced reading experiment with Brazilian learners

dc.creatorMarisa Mendonça Carneiro
dc.date.accessioned2023-03-01T20:11:00Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:13:39Z
dc.date.available2023-03-01T20:11:00Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractÉ sabido que bilíngues do inglês como língua adicional (L2) têm dificuldade com a produção de morfemas flexionais, tais como -s da terceira pessoa singular do presente, e -ed de passado regular. Uma possível explicação estaria na insensibilidade dos aprendizes em relação à presença dos morfemas flexionais, mostrado por latências maiores em experimentos de tempo de reação, quando comparados a latências de nativos. Tendo isto em vista, o objetivo deste estudo é investigar se bilíngues brasileiros são sensíveis ao morfema de passado em um experimento de leitura auto-cadenciada. A análise estatística dos resultados mostrou que bilíngues não são sensíveis ao morfema de passado. Os resultados são discutidos à luz da teoria de Morfologia Distribuída e de estudos anteriores sobre produção e processamento morfológico na L2
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1984-6398201611101
dc.identifier.issn1984-6398
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50582
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLíngua inglesa - Pronúncia estrangeira
dc.subjectLíngua inglesa - Morfemas
dc.titleInvestigating bilinguals’ sensitivity to English regular past morphology: a self-paced reading experiment with Brazilian learners
dc.title.alternativeInvestigação da sensibilidade de bilíngues à morfologia regular de passado em inglês: um experimento de leitura auto-cadenciada com falantes brasileiros
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage507
local.citation.issue3
local.citation.spage483
local.citation.volume17
local.description.resumoIt is known that adult learners of English as an additional language (EAL) have difficulty in producing inflectional morphemes such as the third person present singular -s and regular past -ed. One possible explanation is that bilinguals are not sensitive to inflectional morphemes, in comprehension tasks as evidenced by longer latencies at critical positions in reaction time experiments, when compared to native controls. Having the above in mind, the objective of this paper is to investigate if in fact Brazilian EAL bilinguals are sensitive to regular past morphology in a self-paced reading task. Sentences varied on the use or absence of inflectional morphemes. The statistical analysis showed that EAL speakers are not sensitive to past morphology. The results are discussed in light of Distributed Morphology and of previous studies on production and processing of inflectional morphemes in EAL
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbla/a/mhpkPTVzRF5bQRcKBFNRtVt/?lang=en#

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