“Eu não dou conta disso”: representações sociais de professores da educação básica sobre alunas travestis e transexuais

dc.creatorLuiz Paulo Ribeiro
dc.creatorMariana Esteves da Costa
dc.date.accessioned2025-01-07T21:20:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:17:32Z
dc.date.available2025-01-07T21:20:50Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractThis paper analyzed the social representations of teachers of Basic Education in Belo Horizonte/MG about transvestite and transsexual students. For data collection, narrative interviews were carried out with six teachers who had transvestite or transsexualstudents in their path and the content analysis method was used. The results show that transsexuality and transvestility are represented as something ―unfamiliar‖, in addition to being anchored from the references of cisgender bodies. It is evident that there is still a long way to go for the quality of access and permanence of transvestites and transsexuals in basic school.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.14295/de.v10i2.14465
dc.identifier.issn2358-8853
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79076
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Diversidade e Educação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRepresentações sociais
dc.subjectTransexualidade
dc.subjectDocentes
dc.subject.otherRepresentações sociais
dc.subject.otherProfessores
dc.subject.otherEducação básica
dc.subject.otherTransexualidade
dc.title“Eu não dou conta disso”: representações sociais de professores da educação básica sobre alunas travestis e transexuais
dc.title.alternative“I don't know what to do with it”: social representations of basic education teachers about transvestite and transsexual students
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage293
local.citation.issue2
local.citation.spage268
local.citation.volume10
local.description.resumoEste estudo analisou as representações sociais de professores e professoras da Educação Básica de Belo Horizonte/MG sobre alunas travestis e transexuais. Foram realizadas entrevistas narrativas com seis professores que tiveram alunas travestis ou transexuais em seu percurso e foi utilizado o método de análise de conteúdo. Os resultados mostram que transexualidade e a travestilidade são representadas como algo “não familiar”, além de serem ancoradas a partir das referências de corpos cisgêneros. Evidencia-se que ainda há um caminho extenso a ser percorrido para a qualidade de acesso e permanência de pessoas travestis e transexuais na escola básica.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6543-8159
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.furg.br/divedu/article/view/14465

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