Todos os rios levam a sua boca: migração e poesia em José Leonilson

dc.creatorMarina Baltazarmattos
dc.creatorGustavo Silveira Ribeiro
dc.date.accessioned2023-08-07T20:36:53Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:48:50Z
dc.date.available2023-08-07T20:36:53Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractIn an invitation to travel, this essay seeks to think the José Leonilson’s restless nomadism, and how his rooted relations or displacements with space produced meanings of belonging and inhabited his poetic works in constant movement between inside and outside, affective geographies and bodily effects, realities and fictions. For this, the north will be thinking about why his only work in the open and in tessera is in his hometown, the south the movements of people and languages, in an attempt to understand the Northeast as a place of lack, revolt or longing, and geographies as personal and bodily cartographies, until reach the east, where the “sewing room” will be seen as a paradigm and, to the west, a jumble of travel notebooks that carry aesthetic impulses and life experiments, people, impressions and dreams that make Leonilson want to carry the world on his back, or at least in his works. Citizen of the world, he made his art his baggage.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.14393/TES-v0n0-2021-60666
dc.identifier.issn2595-8925
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57577
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Téssera
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNômades
dc.subjectMigração
dc.subject.otherJosé Leonilson
dc.subject.otherMigração
dc.subject.otherMemória
dc.subject.otherPoesia
dc.subject.otherNomadismo
dc.titleTodos os rios levam a sua boca: migração e poesia em José Leonilson
dc.title.alternativeTodos os rios levam a sua boca”: migration and poetry in José Leonilson
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage118
local.citation.spage100
local.description.resumoEm um convite à viagem, este ensaio procura pensar o nomadismo inquieto de José Leonilson, e como suas relações de enraizamento ou deslocamentos com o espaço produziam sentidos de pertencimento e habitavam suas obras poéticas em constante movimentação entre o dentro e o fora, geografias afetivas e corporais, realidades e ficções. Para isso, o norte será pensar o porquê de sua única obra a céu aberto se encontrar em sua cidade natal, o sul os movimentos de pessoas e de linguagens, para a tentativa de entendimento do Nordeste como lugar de falta, revolta ou saudade, e as geografias enquanto cartografias pessoais e corporais, até se chegar ao leste, onde o “quarto de costura” será visto como paradigma e, a oeste, um amontoado de cadernos de viagens que carregam impulsos estéticos e experimentos de vida, pessoas, impressões e sonhos que fazem Leonilson querer carregar o mundo nas costas, ou, ao menos, em suas obras. Cidadão do mundo, fazia da sua arte sua bagagem.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4657-7609
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8732-2939
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://seer.ufu.br/index.php/tessera/article/view/60666

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