Avaliação de bacterinas e vacina viva avirulenta de Erysipelothrix Rhusiopathiae através do teste de potência em camundongos
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Jose Divino Lopes Filho
Romulo Cerqueira Leite
Romulo Cerqueira Leite
Resumo
Doze amostras de E. rhusiopathiae, isoladas no Estado de Minas Gerais e seis de referência foram estudadas segundo o crescimento em quatro meios de cultura. O meio que proporcionou maior crescimento da maioria das amostras continha 3,7 % de infusão de cérebro e coração, 0,1 % de Tween 80, 0,5 % de extrato de levedura, 0,0004 % de triptofano e 10 % de soro equino, incubado a 37 °C por 24 horas e concentrado com 0,18 % de carboxi-metil-celulose. Foram produzidas 16 bacterinas com as amostras AV, BC, BM, CB, CN5486, IB, LR, LV, NF4, OP, PA, PM, PT, RE,SE-9 e S-192, inoculadas em quatro meios de cultura. Utilizou-se duas amostras de referência: uma (EVA), para produção de vacina viva avirulenta e outra (WB) utilizada para desafio. Através de testes de potência em camundongos, observou-se maior proteção com a vacina viva avirulenta e bacterinas produzidas no meio descrito acima. A vacina viva avirulenta foi capaz de proteger 100 % dos animais desafiados com amostra virulenta, enquanto que as bacterinas não forneceram resultados satisfatórios (10 protegeram menos que 50% e uma protegeu 56,2% dos camundongos desafiados). Duas vacinas comerciais e uma de referência, utilizadas para comparação, também forneceram resultados satisfatórios. A vacina de referência protegeu 81,2 e 68,7 % dos camundongos desafiados. Das vacinas comerciais, uma protegeu 81,2 e 93,7 % e a outra, 68,7 % dos camundongos desafiados.
Abstract
Assunto
Erisipela suina Vacinas
Palavras-chave
Medicina Veterinária