Avaliação de bacterinas e vacina viva avirulenta de Erysipelothrix Rhusiopathiae através do teste de potência em camundongos
| dc.creator | Karin Birgit Boettger | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T05:55:50Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:01:55Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T05:55:50Z | |
| dc.date.issued | 1981-07-31 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QWMQ4 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Erisipela suina Vacinas | |
| dc.subject.other | Medicina Veterinária | |
| dc.title | Avaliação de bacterinas e vacina viva avirulenta de Erysipelothrix Rhusiopathiae através do teste de potência em camundongos | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Ronaldo Braga Reis | |
| local.contributor.referee1 | Jose Divino Lopes Filho | |
| local.contributor.referee1 | Romulo Cerqueira Leite | |
| local.description.resumo | Doze amostras de E. rhusiopathiae, isoladas no Estado de Minas Gerais e seis de referência foram estudadas segundo o crescimento em quatro meios de cultura. O meio que proporcionou maior crescimento da maioria das amostras continha 3,7 % de infusão de cérebro e coração, 0,1 % de Tween 80, 0,5 % de extrato de levedura, 0,0004 % de triptofano e 10 % de soro equino, incubado a 37 °C por 24 horas e concentrado com 0,18 % de carboxi-metil-celulose. Foram produzidas 16 bacterinas com as amostras AV, BC, BM, CB, CN5486, IB, LR, LV, NF4, OP, PA, PM, PT, RE,SE-9 e S-192, inoculadas em quatro meios de cultura. Utilizou-se duas amostras de referência: uma (EVA), para produção de vacina viva avirulenta e outra (WB) utilizada para desafio. Através de testes de potência em camundongos, observou-se maior proteção com a vacina viva avirulenta e bacterinas produzidas no meio descrito acima. A vacina viva avirulenta foi capaz de proteger 100 % dos animais desafiados com amostra virulenta, enquanto que as bacterinas não forneceram resultados satisfatórios (10 protegeram menos que 50% e uma protegeu 56,2% dos camundongos desafiados). Duas vacinas comerciais e uma de referência, utilizadas para comparação, também forneceram resultados satisfatórios. A vacina de referência protegeu 81,2 e 68,7 % dos camundongos desafiados. Das vacinas comerciais, uma protegeu 81,2 e 93,7 % e a outra, 68,7 % dos camundongos desafiados. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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