Avaliação da atividade antiviral do BromAc® para o tratamento da COVID-19

dc.creatorLinziane Lopes Ferreira
dc.date.accessioned2024-03-01T15:56:32Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:28:01Z
dc.date.available2024-03-01T15:56:32Z
dc.date.issued2023-09-25
dc.description.abstractCOVID-19 is one of the most significant challenges facing modern civilization and has not yet been eradicated. SARS-CoV-2 is a virus that can mutate and evade the antibodies generated by viral exposure or vaccination and, as a result, SARS-CoV-2 remains an imminent threat to public health. Currently, there is no 100% effective antiviral treatment for the severe form of COVID-19. Although treatment with dexamethasone and mechanical ventilation is the standard procedure for treating the disease, some patients still succumb to the infection. In this regard, BromAc® is a combination of bromelain and N-acetylcysteine, which has shown mucolytic effect and robust anti-inflammatory properties. Therefore, in the present study, we performed in vitro and ex vivo analyses to evaluate the effect of bromelain in combination with N-acetylcysteine on virus containment at different levels. The results indicated virucidal and dose-dependent activity of the combined compounds in vitro on the Vero-ACE2/TMPRSS2 cell line infected with the ômicron variant. In addition, the combined compounds reduced the number of genomic copies of SARS-CoV-2 RNA in tracheal aspirate samples from severely ill COVID-19 patients. BromAc® also promoted the cleavage of the S1 subunit of the Spike protein in tracheal aspirate samples, which brings new evidence of antiviral activity in samples from COVID-19 patients. In summary, these results bring to light evidence of ex vivo antiviral activity of the combination of bromelain and N-acetylcysteine that suggests its potential as a nebulization approach for treating COVID-19.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/65077
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMicrobiologia
dc.subjectCovid-19
dc.subjectBetacoronavirus
dc.subjectAcetilcisteína
dc.subjectBromelaínas
dc.subject.otherCOVID-19
dc.subject.otherN-acetilcisteína
dc.subject.otherBromelina
dc.subject.otherBromAc®
dc.subject.otherSARS-CoV-2
dc.titleAvaliação da atividade antiviral do BromAc® para o tratamento da COVID-19
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Erik Vinicius de Sousa Reis
local.contributor.advisor1Jordana Grazziela Alves Coelho dos Reis
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0775593522993297
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0282764836169387
local.description.resumoRESUMO A COVID-19 é um dos maiores desafios da civilização moderna e ainda não foi erradicada. O SARS-CoV-2 é um vírus que pode sofrer mutações e escapar dos anticorpos gerados pela exposição viral ou pela vacinação e, por consequência, o SARS-CoV-2 continua a ser uma ameaça eminente à saúde pública. Atualmente, não há tratamento antiviral 100% eficaz para a forma grave da COVID-19 e, embora o tratamento com dexametasona e ventilação mecânica seja o procedimento padrão para tratar a doença, alguns pacientes ainda sucumbem à infecção. A este respeito, BromAc® é uma combinação de bromelina e N-acetilcisteína, que tem mostrado efeito mucolíticos, bem como propriedades anti-inflamatórias robustas. Portanto, no presente estudo, realizamos análises in vitro e ex vivo para avaliar o efeito de bromelina em combinação com N-acetilcisteína na contenção do vírus em diferentes níveis. Os resultados indicaram a atividade virucida e dose-dependente dos compostos combinados in vitro na linhagem celular Vero-ACE2/TMPRSS2 infectada pela variante ômicron. Além disso, os compostos combinados reduziram o número de cópias genômicas do RNA do SARS-CoV-2 em amostras de aspirado traqueal de pacientes COVID-19 gravemente doentes. O BromAc® também promoveu a clivagem da subunidade S1 da proteína Spike em amostras de aspirado traqueal, o que traz novas evidências da atividade antiviral em amostras de pacientes com COVID-19. Em suma, estes resultados trazem à luz a evidência da atividade antiviral ex vivo da combinação de bromelina e N-acetilcisteína, o que sugere seu potencial como uma abordagem de nebulização para o tratamento de COVID-19.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Microbiologia

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