Resistência à insulina e risco cardiovascular: associação com o polimorfismo no gene PAI-1 e parâmetrosbioquímicos em mulheres com a síndrome dos ovários policísticos

dc.creatorMariana Ferreira Sales
dc.date.accessioned2019-08-13T14:26:30Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:18:42Z
dc.date.available2019-08-13T14:26:30Z
dc.date.issued2012-12-18
dc.description.abstractPolycystic Ovary Syndrome (PCOS) is the most common endocrinopathy among women, affecting 4%-8% of this group in reproductive age. This study aimed to analyze the association among metabolic, hormonal, pro-inflammatory factors and PCOS development in 63 PCOS women compared with 63 healthy women (control group). Furthermore, the frequency of 4G/5G polymorphism in plasminogen activator inhibitor 1 (PAI-1) gene was also compared between a group of 79 PCOS women and a control group with the same subject size. PCOS group presented insulin resistance, increased levels of testosterone and C Reactive Protein (CRP) and worse anthropometric and lipid profile when compared with the control group. PAI-1 levels were positively correlated with soluble vascular cell adhesion molecule-1 (sVCAM-1), lipid accumulation product (LAP), body mass index (BMI), abdominal circumference, glycemia, homeostatic model assessment - insulin resistance (HOMA-IR) e VLDL-C in PCOS group. Besides, a significant difference in allelic and genotypic frequencies in PAI-1 gene 4G/5G polymorphism was found when comparing the groups, with 4G allele showing increased frequency in PCOS group. 4G/4G genotype as associated with increased PAI-1 levels in this group, which also showed a negative correlation between vitamin D (25OHD) and sVCAM-1 levels. A positive correlation between Ferriman-Gallwey (F-G) score and BMI, abdominal circumference and insulin levels was observed in PCOS group. Therefore, sVCAM-1, 25OHD, CRP measurements and 4G allele research in PAI-1 gene might work as good predictors of the low pro-inflammatory state and cardiovascular risk observed in PCOS women. The results also point to a possible use of LAP as a tool to efficiently assess cardiovascular risk in this group. F-G score might be a better parameter than testosterone to correlate hyperandrogenism with obesity/insulin resistance. Finally, alterations in metabolic and hormonal variables evidence the pro-inflammatory and pro-atherogenic state observed in PCOS.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-95YFDS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSíndrome do ovário policístico
dc.subjectEscala Ferriman-Gallwey
dc.subjectInibidor 1 de ativador de plasminogenio
dc.subjectGenética
dc.subjectResistência à insulina
dc.subjectVitamina D
dc.subjectMolécula vascular de adesão celular solúvel
dc.subject.othersVCAM
dc.subject.otherEscala Ferriman-Gallwey
dc.subject.otherInsulina
dc.subject.otherSíndrome dos Ovários Policísticos
dc.subject.otherPAI-1
dc.subject.otherVitamina D
dc.subject.otherPCR
dc.titleResistência à insulina e risco cardiovascular: associação com o polimorfismo no gene PAI-1 e parâmetrosbioquímicos em mulheres com a síndrome dos ovários policísticos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Claudia Natalia Ferreira
local.contributor.advisor1Karina Braga Gomes Borges
local.contributor.referee1Claudia Natalia Ferreira
local.contributor.referee1Rodrigo Bastos Foscolo
local.contributor.referee1Zilma Silveira Nogueira Reis
local.description.resumoA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é a endocrinopatia mais comum entre mulheres, afetando entre 4 - 8% deste grupo em idade reprodutiva. O presente estudo teve como objetivo avaliar a associação entre fatores metabólicos, hormonais e pró-inflamatórios com o desenvolvimento da SOP em 63 mulheres portadoras da síndrome comparadas com 63 mulheres hígidas (grupo controle). Além disso, foi comparada a frequência do polimorfismo 4G/5G no gene do PAI- 1 entre 79 mulheres com SOP e 79 mulheres do grupo controle. O grupo de pacientes com SOP apresentou resistência à insulina, níveis aumentados de testosterona e Proteína C Reativa (PCR) e pior perfil antropométrico e lipídico quando comparado ao grupo controle. Os níveis de PAI-1 correlacionaram-se positivamente: com a molécula vascular de adesão celular solúvel (sVCAM-1), com o produto de acumulação lipídica (LAP), índice de massa corporal (IMC), circunferência abdominal, glicemia, com o modelo da avaliação da homeostase (HOMA-IR) e VLDL-C no grupo com SOP. Além disso, encontrou-se uma diferença significativa nas frequências alélicas e genotípicas no polimorfismo 4G/5G no gene do PAI-1 quando comparados os dois grupos, sendo o alelo 4G mais frequente no grupo com SOP. O genótipo 4G/4G mostrou-se associado a níveis mais altos de PAI-1 neste grupo, o qual apresentou ainda uma correlação negativa entre os níveis de vitamina D (25OHD) e sVCAM-1. Uma correlação positiva entre a escala Ferriman-Gallwey (F-G) e IMC, circunferência abdominal e níveis de insulina foi ainda observada no grupo com SOP. Desta forma, medidas de sVCAM-1, 25OHD, PCR e a pesquisa do alelo 4G no gene do PAI-1 podem atuar como bons preditores do estado pró-inflamatório e risco cardiovascular em mulheres com SOP. Os resultados também apontam para o possível uso do LAP como uma ferramenta para avaliação de risco cardiovascular. A escala F-G pode ser um melhor parâmetro que a testosterona para correlacionar hiperandrogenismo e obesidade/resistência à insulina. Por fim, alterações em parâmetros metabólicos e hormonais evidenciam o estado pró-inflamatório e pró-aterogênico em mulheres com SOP.
local.publisher.initialsUFMG

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