Nascer em Belo Horizonte: a trajetória das gestantes residentes e não residentes no município Belo Horizonte 2016

dc.creatorSabrina Paiva Ribeiro
dc.date.accessioned2021-05-24T17:53:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:30:48Z
dc.date.available2021-05-24T17:53:23Z
dc.date.issued2016-03-07
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36065
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGestantes
dc.subjectMaternidades
dc.subjectParto
dc.subjectServiços de Saúde
dc.subject.otherGestante
dc.subject.otherParto
dc.subject.otherRede assistencial
dc.titleNascer em Belo Horizonte: a trajetória das gestantes residentes e não residentes no município Belo Horizonte 2016
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Torcata Amorim
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1452474782968593
local.description.resumoIntrodução: O combate à mortalidade materno-infantil tornou-se meta global após o estabelecimento dos Objetivos do Milênio pela Organização das Nações Unidas. Como estratégia para alcançar resultados positivos, as políticas públicas nesta área avançaram com a criação de leis e programas de saúde. Porém, ainda são observadas situações de precariedade na atenção a esta população, principalmente a constante peregrinação de gestantes em busca de atendimento qualificado para assistência materno-fetal, muitas vezes até entre outros municípios, colocando o binômio em situações adversas ao preconizado pelas políticas de saúde pública. Objetivo: Identificar a trajetória percorrida pela gestante em busca de assistência em Belo Horizonte, seu município de origem e os motivos da procura ou transferência para a capital. Metodologia: Estudo transversal que utilizou a base de dados da pesquisa “Nascer em Belo Horizonte: inquérito sobre Parto e Nascimento”, realizado em 11 maternidades de Belo Horizonte, entre 2011 a 2013. O critério de inclusão foi ter desfecho de parto no município de Belo Horizonte. As variáveis utilizadas foram: município de procedência da mulher; renda própria e companheiro fixo; tipo de hospital do parto (público ou privado); trajetória obstétrica da mulher (paridade, pré-natal, vinculação à maternidade, classificação de risco da gestação, tipo de parto) e desfechos perinatais (prematuridade, Apgar, reanimação em sala de parto, internação neonatal e óbito). Foi realizada uma análise estatística descritiva e bivariada. O nível de significância estatística considerado foi de 5%. Resultados: Foram estudados 1087 casos, dos quais 39,9% eram residentes de outros municípios de Minas Gerais. Dessas, prevaleceu àquelas oriundas da Região metropolitana de Belo Horizonte (87,0%). A maioria das gestantes possui renda própria, parceiro fixo, era multípara, foi classificada com gestação de risco habitual, fez pré-natal e foi vinculada a alguma maternidade O parto não ocorreu no serviço indicado em 24,9% dos casos, predominou a cesariana e as instituições públicas. Desfechos perinatais desfavoráveis ocorreram em cerca de 33% dos casos, destacando a prematuridade, com maior ocorrência em mulheres provenientes de outros municípios. Conclusões: Encontrou-se um número elevado de gestantes de outros municípios de Minas Gerais que buscam maternidades de Belo Horizonte para assistência materno-fetal, evidenciando a fragilidade da rede de serviços de saúde em prover atendimento oportuno e qualificado.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Rede Cegonha

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