Sensibilidade antimicrobiana e sorotipificação molecular de Streptococcus suis isolados de suínos entre 2022 e 2024.

dc.creatorJoão Victor Ferreira Campos
dc.date.accessioned2025-04-28T12:29:18Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:13:59Z
dc.date.available2025-04-28T12:29:18Z
dc.date.issued2024-11-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81910
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherSuino
dc.subject.otherSuinocultura
dc.subject.otherZoonoses
dc.titleSensibilidade antimicrobiana e sorotipificação molecular de Streptococcus suis isolados de suínos entre 2022 e 2024.
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Rodrigo Otávio Silveira Silva
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1439472527834751
local.contributor.referee1Rafael Gariglio Clark Xavier
local.contributor.referee1Roberto Maurício Carvalho Guedes
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1707943854987192
local.description.resumoO Brasil apresenta uma das maiores cadeias de produção de suínos do mundo. Nesse contexto, quadros de infecção por Streptococcus suis estão entre os principais desafios sanitários da suinocultura brasileira. Trata-se de uma bactéria comensal, que comumente coloniza o trato respiratório superior de suínos desde o seu nascimento, porém, em situações específicas, pode provocar infecções graves, constituindo ainda uma zoonose. O objetivo deste trabalho foi caracterizar e avaliar o perfil de sensibilidade de isolados de S. suis de suínos enviados para o diagnóstico no Laboratório de Anaeróbios entre 2022 e 2024. As amostras foram cultivadas em ágar sangue e ágar MacConkey, e as colônias foram identificadas por espectrometria de massa (MALDI-ToF) e reação da cadeia em polimerase (PCR). As amostras confirmadas foram enviadas para sorotipificação molecular em laboratório externo. A suscetibilidade antimicrobiana foi testada pelo método de disco-difusão. Também foi avaliado a capacidade dessas estirpes em produzir biofilme. No total, 30 isolados foram confirmados como S. suis pelo MALDI-ToF ou PCR. Dessas, 14 foram submetidas a sorotipagem molecular, sendo 28% do sorotipo 2, comumente associado a casos de infecções em seres humanos. Outros sorotipos como 4, 7, 9, 16 e 31 também foram encontrados. Cerca de 5 isolados (35,7%) apresentaram cápsula não tipável. Nenhum isolado foi capaz de produzir biofilme. Quase a totalidade dos isolados (97%) foram multirresistentes, sendo comum resistência as tetraciclinas, macrolídeos e lincosamidas. Foi possível observar ainda altas taxas de sensibilidade a cefalosporinas de terceira geração, penicilinas e fluorquinolonas. O presente estudo reforça a circulação do sorotipo 2 e indica que a resistência a tetraciclinas, macrolídeos e lincosamidas parece ser comum em isolados de S. suis de granjas de Minas Gerais.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0902-0000
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Residência em Medicina Veterinária II

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