Prognóstico pulpar após obliteração da cavidade pulpar em dentes permanentes traumatizados: estudo clínico longitudinal

dc.creatorLuíza Rothier Coutinho da Silveira
dc.date.accessioned2025-05-05T20:29:53Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:59:14Z
dc.date.available2025-05-05T20:29:53Z
dc.date.issued2024-07-31
dc.description.abstractThe development of secondary pulp necrosis following post-traumatic pulp canal obliteration (PCO) is a late complication that poses a challenge during the endodontic therapy. However, the pathogenesis and determinants of such shortcoming remain unclear. The present study consisted in a historical cohoort aiming to evaluate the longterm pulp survival after post-traumatic PCO in 337 permanent teeth from 254 patients referred for treatment at the Dental Trauma Clinic of the School of Dentistry of UFMG. Clinical and radiographic data were extracted from patients’ records to assess pulp outcome, classified as pulp necrosis when the periapical index (PAI) was ≥ 3, or pulp survival categorized into the absence of periapical changes with no response to sensibility tests (PCO – sensibility) and absence of periapical changes with a positive response to sensibility tests (PCO + sensibility). Secondary pulp necrosis was diagnosed in 27 teeth (8%), all of them with total PCO (T-PCO). The overall pulp survival rate without pulp necrosis was 75% after 20 years of follow-up. A Cox regression model demonstrated that none of the potential predictors, such as type of TDI, patient’s age, stage of root development at the time of trauma, and PCO onset timing, could be associated with the late development of secondary pulp necrosis after PCO. The current results demonstrated that teeth with PCO had a favourable pulp prognosis in the long term, giving an important contribuition to decision-making during the follow-up of such cases pointing to a more conservative approach.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/82036
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectTraumatismos dentários
dc.subjectNecrose da polpa dentária
dc.subjectCicatrização
dc.subject.otherObliteração da cavidade pulpar
dc.subject.otherTraumatismo dentário
dc.subject.otherSobrevivência pulpar
dc.titlePrognóstico pulpar após obliteração da cavidade pulpar em dentes permanentes traumatizados: estudo clínico longitudinal
dc.title.alternativeLong-term pulp survival in traumatized permanent teeth with pulp canal obliteration: a retrospective cohort study
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Daniela Augusta Barbato Ferreira
local.contributor.advisor1Juliana Vilela Bastos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9453787440420797
local.contributor.referee1Warley Luciano Fonseca Tavares
local.contributor.referee1Maria Ilma de Souza Gruppioni Côrtes
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6129648360710021
local.description.embargo2026-07-31
local.description.resumoO desenvolvimento de necrose pulpar secundária após obliteração pós-traumática da cavidade pulpar (OCP) é uma complicação tardia que representa um desafio de tratamento para os clínicos. No entanto, a patogênese e os determinantes desta complicação permanecem obscuros. Este estudo de coorte retrospectivo teve como objetivo avaliar a sobrevivência pulpar em longo prazo após OCP pós-traumática em 337 dentes permanentes de 254 pacientes encaminhados para tratamento na Clínica de Traumatismos Dentários da Faculdade de Odontologia da UFMG. Dados clínicos e imaginológicos foram utilizados para classificar o prognóstico pulpar, classificado como necrose pulpar (índice periapical, PAI ≥ 3) ou sobrevivência pulpar. A sobrevivência pulpar foi ainda categorizada em ausência de alterações periapicais sem resposta aos testes de sensibilidade (OCP – sensibilidade) e ausência de alterações periapicais com resposta positiva aos testes de sensibilidade (OCP + sensibilidade). Necrose pulpar secundária foi diagnosticada em 27 dentes (8%), todos com OCP total (OCP-T). A taxa global de sobrevivência pulpar sem necrose pulpar foi de 75% após 20 anos de acompanhamento. Um modelo de regressão de Cox demonstrou que nenhum dos potenciais preditores, como tipo de LTDA, idade do paciente e estágio de desenvolvimento radicular no momento do trauma e tempo de início da OCP, pode ser associado ao desenvolvimento tardio de necrose pulpar secundária após OCP. Os resultados atuais demonstraram um prognóstico pulpar de dentes portadores de OCP favorável no longo prazo o que contribui para a tomada de decisão durante o acompanhamento de dentes portadores de OCP apontando para uma abordagem mais conservadora.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0007-7096-1383
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA RESTAURADORA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Odontologia

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