O estranho para si mesmo: os desdobramentos do eu n'"O Duplo" (1846), de Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski
| dc.creator | Marco Antonio Barbosa de Lellis | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T09:54:33Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:22:52Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T09:54:33Z | |
| dc.date.issued | 2008-06-27 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECAP-7FZR5T | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Polifonia | |
| dc.subject | Eu em literatura | |
| dc.subject | Racionalismo | |
| dc.subject | Romantismo | |
| dc.subject | Modernidade | |
| dc.subject | Dostoievski, Fiodor, 1821-1881 Duplo Crítica e interpretação | |
| dc.subject.other | polifonia | |
| dc.subject.other | Desdobramento do eu | |
| dc.subject.other | unheimlich | |
| dc.title | O estranho para si mesmo: os desdobramentos do eu n'"O Duplo" (1846), de Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Maria Zilda Ferreira Cury | |
| local.contributor.referee1 | Elcio Loureiro Cornelsen | |
| local.contributor.referee1 | Maria Luiza Scher Pereira | |
| local.description.resumo | Os desdobramentos do eu na modernidade, considerada esta no contexto do aparecimento das grandes metrópoles e da crise do racionalismo em meados do século XIX, serão trabalhados a partir da análise de "O Duplo" (1846), de Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski. Na novela do escritor russo, o protagonista principal duplicado no seu 'outro' suscita a percepção do eu como um estranho para si mesmo e a sensação de estranheza frente à realidade objetiva. O conceito de unheimlich ('o estranho'), desenvolvido por Freud em ensaio de mesmo nome, servirá de ferramenta para a leitura da novela, uma vez que lança luzes sobre a curiosa ambigüidade do texto de Dostoiévski, ao mesmo tempo em que é texto também emblemático da modernidade. O tema do desdobramento do eu se relaciona com a dicotomia entre a razão e a sensação, entre um eu e um não-eu, ambíguos porque simultaneamente diferentes e idênticos a si mesmos. Todo este contexto onde se inclui "O Duplo" revela o caráter polifônico da modernidade e de suas produções. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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