Relações raciais nos tempos de intervalo escolar: os apelidos de jovens negras/os

dc.creatorLeandro Soares Assunção Rafael
dc.creatorGeraldo Magela Pereira Leão
dc.creatorJuliana Batista dos Reis
dc.date.accessioned2025-01-10T19:45:10Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:48:42Z
dc.date.available2025-01-10T19:45:10Z
dc.date.issued2023-11
dc.identifier.issn2358-5250
dc.identifier.sici1
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79140
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso de Pesquisadores/as Negros/as do Nordeste
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRelações raciais
dc.subjectJovens negros
dc.subjectEnsino médio
dc.subjectEducação -- Relações raciais
dc.subject.otherIntervalo escolar
dc.subject.otherRelações raciais
dc.subject.otherJovens negros
dc.subject.otherEnsino Médio
dc.subject.otherTempos escolares
dc.titleRelações raciais nos tempos de intervalo escolar: os apelidos de jovens negras/os
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage13
local.citation.issue4
local.citation.spage1
local.description.resumoO presente trabalho apresenta os resultados de uma pesquisa em andamento que busca compreender as relações étnico-raciais nos tempos de intervalo escolar. Esta pesquisa parte da compreensão de que o intervalo é um momento de socialização e parte da premissa que na escola os estudantes negros são marcados profundamente pelas opiniões emitidas sobre seus corpos. Em 2023, iniciou-se a observação participante na instituição que possui 36,59% de estudantes autodeclarados negros, 45,16% brancos, 0,36% amarelos e 17,87% não declarados. Neste contato, destaca-se que os estudantes utilizam dos tempos e espaços de intervalo para desenvolver diferentes atividades culturais, de lazer e de militância que são observadas como momentos de encontro com diferentes formas de zoações. Nesta escola a zoação se apresenta no intervalo na forma de apelidos que utiliza de características físicas ou comportamentais de jovens negros/as para nomeá-los. Eles representam, quase sempre, a reprodução racista de estigmas sobre o fenótipo negro do cotidiano escolar. Contudo, como relata uma estudante preta, apelidar pode criar um vínculo de afeto e reforço da negritude em que um apelido inicialmente jocoso, se torna uma forma de ressignificar os apelidos em prol de uma nova visão que politiza a raça.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5998-4284
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9894-5488
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6477-5388
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.copenenordeste2023.abpn.org.br/anais/trabalhos/lista

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