Corpos em movimento: desafios e percepções de gênero nas aulas de Educação Física
| dc.creator | William Pereira Dos Santos Junior | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-23T15:25:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:59:39Z | |
| dc.date.available | 2025-04-23T15:25:11Z | |
| dc.date.issued | 2025-02-08 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/81774 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Educação Física | |
| dc.subject | Educação | |
| dc.subject | Identidade de gênero na educação | |
| dc.subject.other | Normas de gênero | |
| dc.subject.other | educação física | |
| dc.subject.other | inclusão | |
| dc.subject.other | diversidade | |
| dc.subject.other | representatividade | |
| dc.title | Corpos em movimento: desafios e percepções de gênero nas aulas de Educação Física | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Paulo Henrique de Queiroz Nogueira | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8909526439792166 | |
| local.contributor.referee1 | Luiz Gustavo Nicácio | |
| local.description.resumo | A pesquisa realizada nas aulas de Educação Física revelou a forte influência das normas de gênero nas experiências e interações dos alunos. Observou-se que a separação tradicional entre meninos e meninas nas atividades físicas continua a ser uma barreira para a participação inclusiva. Alunos que se identificam com gêneros não convencionais ou que se autodeclaram lésbicas, como foi o caso de algumas participantes, relataram sentir-se desencorajados em esportes tidos como “masculinos”, como o futebol e o basquete. Por outro lado, meninos, principalmente os que não se destacam em atividades competitivas, enfrentaram pressões para corresponder a expectativas de desempenho físico, deixando de lado a possibilidade de participar de atividades mais colaborativas ou inclusivas. Os alunos não-binários também mencionaram a falta de espaço para sua identidade, o que evidencia a invisibilidade de pessoas fora da norma binária nas dinâmicas escolares. Além disso, a pesquisa apontou que a representatividade de diferentes identidades de gênero nas atividades de Educação Física é insuficiente, com muitos alunos percebendo que, apesar de discursos de inclusão, a prática diária não reflete essa diversidade. As sugestões dos participantes para promover um ambiente mais inclusivo incluem a promoção de atividades mistas, a criação de espaços para o diálogo sobre diversidade e a capacitação dos professores para abordar questões de gênero e sexualidade. Também foi destacado a importância de integrar mais referências culturais, como histórias de atletas LGBTQIA+ e iniciativas que incluam a voz dos alunos nas decisões pedagógicas. Portanto, a pesquisa aponta para a necessidade urgente de reestruturar as práticas pedagógicas nas aulas de Educação Física, criando um ambiente que respeite e celebre as diferenças de gênero e sexualidade. Implementar essas mudanças não só contribuirá para um espaço mais inclusivo na escola, mas também ajudará a formar uma sociedade mais justa e igualitária. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | CP - CENTRO PEDAGOGICO - 1o.GRAU | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Curso de Especialização em Educação Física Escolar |