Por um fazer negro: as narrativas de educadores candomblecistas sobre suas experiências religiosas no cenário socioeducacional

dc.creatorAlessandra Maria da Silva Gomes
dc.date.accessioned2025-11-05T11:58:17Z
dc.date.issued2025-07-05
dc.description.abstracténfasis en las escuelas, los cursos preparatorios, el sistema penitenciario, el sistema socioeducativo. De esta manera, a través de entrevistas narrativas más una escucha sensible y una postura autorreflexiva, surgidas de encuentros en los diferentes Terreiros investigados, también buscó exponer la necesidad de valorar la riqueza, pluralidad y diversidad cultural que existe en esta religión, así como subsidiar discusiones sobre la existencia de prejuicios religiosos años después de la promulgación de la Ley Federal Nº. 10.639/03. A partir de tales procedimientos metodológicos, buscamos mirar a personas pertenecientes e iniciadas en Terreiros de Candomblé, con el fin de registrar sus vivencias a partir de sus experiencias como educadores. También pretendió fomentar el debate sobre la necesidad de fortalecer la identidad étnico-racial, con el objetivo de valorar la pluralidad cultural y religiosa, destacando elementos importantes presentes en las cosmovisiones africanas. En este esfuerzo, nos basamos en las ideas de autores como Muniz Sodré, José Paulino Castiano, Rodrigo Ednilson de Jesus, Isabelle Stengers, Nilma Lino Gomes, Luiz Rufino, Luiz Antônio Simas y Luciano da Silva Candemil para construir mejor un marco teórico. Se creyó, por tanto, que este fortalecimiento tiene potencial para generar narrativas que superen los silenciamientos y revelen las posturas etnocéntricas que generan mecanismos de discriminación, marginación, prejuicio y exclusión, reafirmando la falta del ejercicio de valores y prácticas de relaciones humanas dentro de los espacios educativos, que conduzcan al reconocimiento real de los saberes y valores presentes en las más diversas expresiones religiosas afrobrasileñas.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/728
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectEducação - Aspectos religiosos
dc.subjectCandomblé - Aspectos educacionais
dc.subjectReligião nas escolas públicas
dc.subjectCultos afro-brasileiros - Aspectos educacionais
dc.subjectProfessores - Formação
dc.subjectMulticulturalismo
dc.subject.otherDiversidade cultural
dc.subject.otherDiversidade religiosa
dc.subject.otherCandomblé
dc.subject.otherPreconceito religioso
dc.subject.otherFormação de professores
dc.titlePor um fazer negro: as narrativas de educadores candomblecistas sobre suas experiências religiosas no cenário socioeducacional
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1José Eustáquio de Brito
local.contributor.advisor1Ana Maria Rabelo Gomes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9504461153751227
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2743246592067027
local.description.resumoA presente proposta de pesquisa, realizada no âmbito dos Terreiros de Candomblé, objetivou a investigação, compreensão, análise e discussão da formação e das práticas/ações cotidianas de educadores e educadoras iniciados(as) no Candomblé que remetem à sua relação com a religiosidade em diferentes espaços educativos na cidade de Belo Horizonte e região metropolitana, com ênfase em escolas, cursinhos preparatórios, sistema prisional, sistema socioeducativo. Desta maneira, através de entrevistas narrativas acrescidas de uma escuta sensível e uma postura autorreflexiva, advindas de encontros nos diferentes Terreiros pesquisados, procurou ainda expor a necessidade de valorização da riqueza, pluralidade e diversidade cultural existente nesta religião, bem como subsidiar discussões acerca da existência do preconceito religioso anos após a promulgação da Lei Federal nº. 10.639/03. Com base em tais procedimentos metodológicos, buscou por um desdobramento de olhares direcionados as pessoas pertencentes e iniciadas nos Terreiros de Candomblé, a fim de registrar a vivência destes a partir de suas experiências como educadoras. Pretendeu, ainda, fomentar a discussão quanto à necessidade do fortalecimento da identidade étnico-racial, visando à valorização da pluralidade cultural e religiosa, ressaltando importantes elementos presentes nas cosmovisões africanas. Neste esforço apoiou-se nas ideias de autores como Muniz Sodré, José Paulino Castiano, Rodrigo Ednilson de Jesus, Isabelle Stengers, Nilma Lino Gomes, Luiz Rufino, Luiz Antônio Simas e Luciano da Silva Candemil para melhor construção de um referencial teórico. Acreditou-se, assim, que este fortalecimento tenha potencial para gerar narrativas que superem o silenciamento e revelem as posturas etnocêntricas que geram mecanismos de discriminação, marginalização, preconceito e exclusão, reafirmando a carência do exercício de valores e práticas de relações humanas dentro dos espaços educativos, que levam ao real reconhecimento dos saberes e valores presentes nas mais diversas expressões religiosas afro-brasileiras.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social
local.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS

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