Morfofisiologia e comportamento fenológico de plantas em dois níveis altitudinais na savana neotropical

dc.creatorVinícius Coelho Kuster
dc.date.accessioned2023-05-11T13:28:32Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:53:05Z
dc.date.available2023-05-11T13:28:32Z
dc.date.issued2014-02-24
dc.description.abstractNeotropical savannas are seasonal ecosystems that occur in the Americas and are denominated Cerrado in Brazil. It presents phytophysiognomies distinguished by the size of the individuals, especially the Rupestrian fields that occur in areas of high altitude (> 900 meters). For this study, two areas were chosen as models: the campo sujo at 1.400 meters of altitude on the top of the Rupestrian field (CSRF), and the typical and continuous campo sujo (TCS) at the base of the Rupestrian field, at 700 meters of altitude. These areas were selected to evaluate the plant responses related to three parameters: altitude, leaf phenology and seasonality. The phenology, plant anatomy and physiology data were obtained using Byrsonima verbascifolia, Roupala montana and Solanum lycocarpum. These taxa were selected based on the occurrence in the model areas, the satisfactory sample size and to fit into two leaf phenology: evergreen (R. montana and S. lycocarpum) and brevideciduous (B. verbascifolia). The abiotic data found for the dry campo sujo on Rupestrian fields show a less stressful habitat than what was expected, with leaf morphophysiological plasticity in response to abiotic factors, such as humidity, temperature and wind. A few physiological differences were found between areas, which may reflect the high anatomical modifications. The species of the same leaf phenology did not present the same physiological behavior in dry and wet seasons, being contrary to the initial hypothesis.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53091
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectFenômenos Fisiológicos Vegetais
dc.subjectCerrado
dc.subjectSazonalidade
dc.subject.otherCerrado
dc.subject.otherFenologia foliar
dc.subject.otherSazonalidade
dc.titleMorfofisiologia e comportamento fenológico de plantas em dois níveis altitudinais na savana neotropical
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Fernando Henrique Aguiar Vale
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7459881402434317
local.contributor.referee1Ana Silvia Franco Pinheiro Moreira
local.contributor.referee1Davi Rodrigo Rossatto
local.contributor.referee1Rosy Mary dos Santos Isaias
local.contributor.referee1Fernando Augusto de Oliveira e Silveira
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4377279134932168
local.description.resumoSavanas Neotropicais são ecossistemas sazonais e ocorrentes nas Américas, sendo denominada no Brasil de Cerrado. Apresenta fitofisionomias diferenciadas pelo porte dos indivíduos, com destaque para os Campos Rupestres por ocorrerem em áreas de elevada altitude (> 900 metros). Para esse estudo utilizou-se duas áreas modelos: um campo sujo presente no topo do campo rupestre (CSRF), a 1.400 metros de altitude, e outro campo sujo típico (TCS) na base do campo rupestre, a 700 metros de altitude. Essas áreas foram selecionadas para avaliar as respostas das plantas perante as condições abióticas, relacionadas a três abordagens: altitude, fenologia foliar e sazonalidade. Dados de fenologia, fisiologia e anatomia vegetal foram obtidos de Byrsonima verbascifolia, Roupala montana e Solanum lycocarpum. Esses táxons foram escolhidos baseados na ocorrência nas áreas modelo, número amostral satisfatório e por se enquadrarem em dois grupos fenológicos foliares: sempreverde (R. montana e S. lycocarpum) e brevidecídua (B. verbascifolia). Os dados abióticos encontrados para o campo sujo em campo rupestre evidenciam habitat menos estressante do que era esperado, com plasticidade morfofisiológica foliar em respostas as diferenças abióticas, como umidade, temperatura e vento. Em relação a fotossíntese, foi encontrada pequena diferença fisiológica entre as áreas, que pode ser reflexo da alta alteração anatômica. As espécies de mesma fenologia foliar não apresentaram o mesmo comportamento fisiológico nas estações seca e chuvosa, sendo contrária a hipótese inicial.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biologia Vegetal

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