Prazer, dor e a virtude da temperança na ética nicomaquéia
Carregando...
Arquivos
Data
Autor(es)
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Marco Antonio de Avila Zingano
João Francisco do Nascimento Hobuss
João Francisco do Nascimento Hobuss
Resumo
A presente dissertação tem por objeto a discussão da virtude da temperança () no texto da Ética Nicomaquéia de Aristóteles. Procuramos, por um lado, reconstruir em linhas gerais o contexto histórico relevante para as discussões de Platão e Aristóteles acerca da temperança. Por outro, apontamos as dificuldades que surgem a partir da leitura do tratamento aristotélico da virtude, revisando as interpretações propostas na literatura secundária acerca do tema. Em especial, procuramos resolver uma dificuldade acerca da caracterização das disposições da temperança e da intemperança com relação ao prazer e a dor. Para tanto, valemo-nos de uma análise detalhada dos capítulos nos quais o filósofo discute a virtude, isto é, EN III.10-12.
Abstract
Our research deals with Aristotle's account of temperance () in the Nicomachean Ethics. Our goal is twofold: first, to briefly reconstruct the relevant historical context for the discussion of Plato and Aristotle. Second, to point out the main difficulties in Aristotle's account while going through the main interpretations introduced by the secondary literature. Our main goal will be to analyze the seeming paradoxical characterization of the temperate and intemperante dispositions with regards to pleasure and pain. In order to solve the paradox, we will proceed by a detailed analysis of NE III.10-12.
Assunto
Filosofia antiga, Filosofia, Aristoteles Ética a Nicômaco
Palavras-chave
Filosofia