Prazer, dor e a virtude da temperança na ética nicomaquéia

dc.creatorBernardo Cesar Diniz Athayde Vasconcelos
dc.date.accessioned2019-08-13T17:35:00Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:51:29Z
dc.date.available2019-08-13T17:35:00Z
dc.date.issued2017-02-21
dc.description.abstractOur research deals with Aristotle's account of temperance () in the Nicomachean Ethics. Our goal is twofold: first, to briefly reconstruct the relevant historical context for the discussion of Plato and Aristotle. Second, to point out the main difficulties in Aristotle's account while going through the main interpretations introduced by the secondary literature. Our main goal will be to analyze the seeming paradoxical characterization of the temperate and intemperante dispositions with regards to pleasure and pain. In order to solve the paradox, we will proceed by a detailed analysis of NE III.10-12.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AQGGGQ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFilosofia antiga
dc.subjectFilosofia
dc.subjectAristoteles Ética a Nicômaco
dc.subject.otherFilosofia
dc.titlePrazer, dor e a virtude da temperança na ética nicomaquéia
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Fernando Eduardo de Barros Rey Puente
local.contributor.referee1Marco Antonio de Avila Zingano
local.contributor.referee1João Francisco do Nascimento Hobuss
local.description.resumoA presente dissertação tem por objeto a discussão da virtude da temperança () no texto da Ética Nicomaquéia de Aristóteles. Procuramos, por um lado, reconstruir em linhas gerais o contexto histórico relevante para as discussões de Platão e Aristóteles acerca da temperança. Por outro, apontamos as dificuldades que surgem a partir da leitura do tratamento aristotélico da virtude, revisando as interpretações propostas na literatura secundária acerca do tema. Em especial, procuramos resolver uma dificuldade acerca da caracterização das disposições da temperança e da intemperança com relação ao prazer e a dor. Para tanto, valemo-nos de uma análise detalhada dos capítulos nos quais o filósofo discute a virtude, isto é, EN III.10-12.
local.publisher.initialsUFMG

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