Ensinando a língua portuguesa em contextos de inclusão social: questões sensíveis a grupos minoritarizados por meio de um projeto didático de gênero
| dc.creator | Leticia André Engenheiro | |
| dc.date.accessioned | 2024-10-23T14:00:17Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:20:49Z | |
| dc.date.available | 2024-10-23T14:00:17Z | |
| dc.date.issued | 2024-04-25 | |
| dc.description.abstract | Esta pesquisa trata da elaboração de um material didático na forma de um projeto didático de gênero (PDG), concebido a partir do gênero textual propaganda social digital, destinado a alunos e alunas do 1º ano do Ensino Médio, com vistas ao desenvolvimento de suas capacidades de linguagem e à promoção de uma prática social voltada às relações étnico-raciais, especificamente, à valorização e à promoção da imagem, do protagonismo, das culturas e da história da mulher afro-brasileira. Nesse propósito, dedica-se, primeiramente, a elaborar um modelo didático de gênero para o gênero propaganda social digital (De Pietro; Schneuwly, 2014; Machado; Cristóvão, 2006; Bueno, 2009; Messias, 2014), em seguida, a formular atividades de leitura e de produção de texto direcionadas ao desenvolvimento das capacidades de linguagem dos alunos (Dolz; Pasquier; Bronckart, 2017 [1993]; Cristóvão et al, 2010; Cristóvão; Stutz, 2011; Lenharo, 2016; Cacilho, 2016) e, por fim, a propor a produção de propagandas sociais digitais que abordem a valorização do grupo social “mulheres negras” e divulgá-las no meio digital, no âmbito escolar e extraescolar, realizando, assim, uma prática social voltada ao combate ao preconceito, à exclusão e à invisibilidade desse grupo. Esta pesquisa desenvolveu-se, principalmente, sob o viés teórico-metodológico do interacionismo sociodiscursivo (Bronckart, 1999, 2008) e dos estudos realizados pelo Grupo de Genebra sobre gêneros textuais na escola (Dolz; Schneuwly, 2004). As ações pretendidas fundamentam-se também nos projetos de letramento (Kleiman, 2000, 2007) e nas sequências didáticas (Dolz, Noverraz; Schneuwly, 2004), como bases da proposta do projeto didático de gênero (PDG) (Guimarães; Kersch, 2012), nos estudos sobre o gênero propaganda social (Pinho, 2001; 2005; 2012; Vigano, 2011; Sandmann 2020 [1993]; Sant’Anna, 2005) e nos estudos sobre multiletramentos e novos letramentos (Rojo; Moura, 2012). Trata-se de uma pesquisa qualitativa propositiva, uma vez que, a partir de um problema identificado pela pesquisadora no contexto educacional em que se insere, são tomadas a prática social pretendida, a temática a ser abordada e as capacidades de linguagem a serem mobilizadas nas atividades elaboradas. Assim, espera-se que o PDG produzido seja útil ao ensino de Língua Portuguesa nas escolas, não só para desenvolver nos alunos as capacidades de linguagem, mas também para promover o combate ao racismo e para problematizar a subalternidade e principalmente a visibilidade e a valorização feminina negra no material didático, na comunidade escolar e extraescolar e na sociedade em geral. | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/77590 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Restrito | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/ | |
| dc.subject | Língua portuguesa – Estudo e ensino | |
| dc.subject | Gêneros textuais | |
| dc.subject | Relações raciais | |
| dc.subject | Relações étnicas | |
| dc.subject | Mulheres na indústria da propaganda | |
| dc.subject.other | Projeto didático de gênero | |
| dc.subject.other | Propaganda social digital | |
| dc.subject.other | Capacidades de linguagem | |
| dc.subject.other | Relações étnico-raciais | |
| dc.title | Ensinando a língua portuguesa em contextos de inclusão social: questões sensíveis a grupos minoritarizados por meio de um projeto didático de gênero | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Luciano Magnoni Tocaia | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/2993730142968894 | |
| local.contributor.referee1 | Leonardo Antonio Soares | |
| local.contributor.referee1 | Silvane Aparecida Gomes | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/4059616360107613 | |
| local.description.embargo | 2026-04-25 | |
| local.description.resumo | Esta pesquisa trata da elaboração de um material didático na forma de um projeto didático de gênero (PDG), concebido a partir do gênero textual propaganda social digital, destinado a alunos e alunas do 1º ano do Ensino Médio, com vistas ao desenvolvimento de suas capacidades de linguagem e à promoção de uma prática social voltada às relações étnico-raciais, especificamente, à valorização e à promoção da imagem, do protagonismo, das culturas e da história da mulher afro-brasileira. Nesse propósito, dedica-se, primeiramente, a elaborar um modelo didático de gênero para o gênero propaganda social digital (De Pietro; Schneuwly, 2014; Machado; Cristóvão, 2006; Bueno, 2009; Messias, 2014), em seguida, a formular atividades de leitura e de produção de texto direcionadas ao desenvolvimento das capacidades de linguagem dos alunos (Dolz; Pasquier; Bronckart, 2017 [1993]; Cristóvão et al, 2010; Cristóvão; Stutz, 2011; Lenharo, 2016; Cacilho, 2016) e, por fim, a propor a produção de propagandas sociais digitais que abordem a valorização do grupo social “mulheres negras” e divulgá-las no meio digital, no âmbito escolar e extraescolar, realizando, assim, uma prática social voltada ao combate ao preconceito, à exclusão e à invisibilidade desse grupo. Esta pesquisa desenvolveu-se, principalmente, sob o viés teórico-metodológico do interacionismo sociodiscursivo (Bronckart, 1999, 2008) e dos estudos realizados pelo Grupo de Genebra sobre gêneros textuais na escola (Dolz; Schneuwly, 2004). As ações pretendidas fundamentam-se também nos projetos de letramento (Kleiman, 2000, 2007) e nas sequências didáticas (Dolz, Noverraz; Schneuwly, 2004), como bases da proposta do projeto didático de gênero (PDG) (Guimarães; Kersch, 2012), nos estudos sobre o gênero propaganda social (Pinho, 2001; 2005; 2012; Vigano, 2011; Sandmann 2020 [1993]; Sant’Anna, 2005) e nos estudos sobre multiletramentos e novos letramentos (Rojo; Moura, 2012). Trata-se de uma pesquisa qualitativa propositiva, uma vez que, a partir de um problema identificado pela pesquisadora no contexto educacional em que se insere, são tomadas a prática social pretendida, a temática a ser abordada e as capacidades de linguagem a serem mobilizadas nas atividades elaboradas. Assim, espera-se que o PDG produzido seja útil ao ensino de Língua Portuguesa nas escolas, não só para desenvolver nos alunos as capacidades de linguagem, mas também para promover o combate ao racismo e para problematizar a subalternidade e principalmente a visibilidade e a valorização feminina negra no material didático, na comunidade escolar e extraescolar e na sociedade em geral. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FALE - FACULDADE DE LETRAS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos |