Retomar a terra: como ser indígena na região metropolitana de Belo Horizonte

dc.creatorThiago Barbosa de Campos
dc.date.accessioned2019-10-23T11:29:00Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:16:28Z
dc.date.available2019-10-23T11:29:00Z
dc.date.issued2019-08-31
dc.description.abstractThe following research focus on the understanding of the recent process promoted by the Indigenous population, called Retomada de Terras (resumption of land) which resulted in the creation of the Naô Xohã Settlement (Aldeia Naô Xohã) at October 2017 in the municipality of São Joaquim de Bicas, located in the Metropolitan Region of Belo Horizonte, state of Minas Gerais. The group consists mainly of natives from the Pataxó Hã-Hã-Hãe and Pataxó ethnicity, originated from government official settlements from the south of Bahia state and other natives from other states and cities. Therefore, the dissertation seeks to express whom these individuals are, their involvement with the settlement´s creation, their sociospatial trajectories, the ways the production of space took place, and what has been the retomada (resumption) so far. In dealing with production of space, this work takes into account the influence of other agents. Such agents includes: the Fundação Nacional do Índio (FUNAI), the Brazilian national agency responsible for the demarcation of indigenous lands; the NGO Teto, responsible for building temporary housing for the village; and the mining company Vale, owner of Córrego do Feijão mine dam, which the recently irruption resulted in the devastation of the river that passes on the shores of the Indian claimed territory. The methodology adopted was based upon ethnography research strategies such as: visits to the village, the register of informal conversations, observation of day-to-day activities of the population, narrative interviews, and production of graphic material.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/30620
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rightsAtribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Portugal
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherIndígenas
dc.subject.otherRetomada de terras
dc.subject.otherPráticas sócio-espaciais
dc.subject.otherRegião Metropolitana de Belo Horizonte
dc.subject.otherAldeia Naô Xohã
dc.titleRetomar a terra: como ser indígena na região metropolitana de Belo Horizonte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Frederico Canuto
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6054798443325592
local.contributor.referee1Silke Kapp
local.contributor.referee1Luis Roberto de Paula
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4532461030532817
local.description.resumoO foco deste trabalho é compreender o processo recente promovido por um grupo de indígenas, chamado por eles de retomada de terras, que resultou na criação da aldeia Naô Xohã, em outubro de 2017, no município de São Joaquim de Bicas, localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O grupo é composto principalmente por indígenas das etnias Pataxó Hã-Hã-Hãe e Pataxó, vindos de terras demarcadas no sul da Bahia além de indígenas vindos de outros estados e cidades. A pesquisa busca compreender quem são os indivíduos e grupos envolvidos na criação aldeia, as trajetórias sócio-espaciais de seus moradores, como tem se dado a produção do espaço no local e o que tem sido a retomada na prática. Ao tratar da produção do espaço na aldeia, este trabalho leva em consideração, além das ações dos próprios indígenas, as influências de outros agentes. Isso inclui a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), órgão responsável pela demarcação de terras indígenas; a ONG Teto, que construiu cinco habitações temporárias para a aldeia; e a mineradora Vale, que passou a ter forte influência nas transformações da Naô Xohã devido ao rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, operada pela empresa, que devastou o rio que passa às margens do território reivindicado pelos indígenas. A metodologia de pesquisa adotada foi inspirada em estratégias da etnografia e teve como base visitas à aldeia, registros de conversas informais, acompanhamento de atividades do dia a dia dos indígenas, entrevistas narrativas e produção de material gráfico.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Dissertação Mestrado_Thiago Campos_Retomar a Terra.pdf
Tamanho:
15.46 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
2.07 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: