Acesso aos cuidados em saúde de travestis e mulheres transexuais no Brasil

dc.creatorSidnei Rodrigues de Faria
dc.date.accessioned2023-02-16T15:18:28Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:31:50Z
dc.date.available2023-02-16T15:18:28Z
dc.date.issued2022-12-19
dc.description.abstractTransvestites and transgender women suffer social exclusion, have a high burden of disease and low life expectancy. This work is an integrative review with the objective of describing the access of these people to healthcare in Brazil. We searched the SCIELO, LILACS, VHL and PUBMED platforms, for the following descriptors: Sexual and Gender Minorities; Transgender Persons; Transvestism; Health Services Accessibility; Therapeutics; Unified Health System; Health Services for Transgender Persons. We selected 39 articles with the following categories: Access to the Unified Health System (SUS) and social rights, Acquired Human Immunodeficiency Virus (HIV) and HIV pre­exposure prophylaxis (PreP), perception of health professionals about transsexuality, use of hormones, feminization strategies, social name and consumption of alcohol and drugs. The non­use of the social name in the SUS, the inadequate consumption of hormones and liquid silicone reveal the little Access to the SUS. Alcohol and drug abuse, prostitution, low income and little schooling are important factors for a poor quality of life. There is a high prevalence of HIV and viral load suppression is low in this population where a minority use Prep. Primary health care has not fulfilled its role as a gateway and care coordinator in the SUS. The number of surgeries performed in the SUS transsexualization process is low and economic and people management investments are needed to improve this situation.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50128
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectAcesso aos Serviços de Saúde
dc.subjectTravestilidade
dc.subjectPessoas Transgênero
dc.subjectSaúde de Grupos Específicos
dc.subjectSistema Único de Saúde
dc.subject.otherAcesso aos Serviços de Saúde
dc.subject.otherTravestis e mulheres transexuais
dc.subject.otherBrasil
dc.subject.otherSiste a ùnico de Saúde
dc.titleAcesso aos cuidados em saúde de travestis e mulheres transexuais no Brasil
dc.title.alternativeAccess to healthcare of transvestites and transgender women in Brazil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Geraldo Cunha Cury
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8549042401745999
local.contributor.referee1Profa. Alamanda Kfoury Pereira
local.contributor.referee1Jandira Maciel Silva
local.contributor.referee1Geraldo Cunha Cury
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8823740797046025
local.description.resumoTravestis e mulheres transexuais sofrem exclusão social, apresentam uma alta carga de doenças e baixa expectativa de vida. Este trabalho tem o objetivo de descrever o acesso dessas pessoas aos cuidados em saúde no Brasil. A pesquisa bibliografica foi realizeda nas plataformas SCIELO, LILACS, BVS e PUBMED,os descritores selecioandos foram: Sexual and Gender Minorities; Transgender Persons; Transvestism; Health Services Accessibility; Therapeutics; Unified Health System; Health Services for Transgender Persons. Selecionamos39 artigos com as categorias: acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) e direitos sociais, Vírus da Imunodeficiência Humana adquirida (HIV) e profilaxia de pré­exposição ao HIV (PreP), percepção dos profissionais de saúde sobre transexualidade, estratégias de feminização, nome social e consumo de álcool e drogas. O não uso do nome social no SUS, o consumo inadequado de hormônios e silicone líquido revelam dificuldades de acesso ao sistema de saúde. O abuso de álcool e drogas, a prostituição, baixa renda e pouca escolaridade são fatores importantes para uma má qualidade de vida dessas pessoas. Há uma alta prevalência de HIV e a supressão da carga viral é baixa nessa população onde uma minoria usa a PreP. A atenção primária à saúde, APS, não tem cumprido seu papel de porta de entrada e coordenadora do cuidado no SUS. O número de cirurgias realizadas no processo transexualizador do SUS é baixo e são necessários investimentos econômicos e de gestão de pessoas para melhorar esse quadro.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8538-9825
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Promoção de Saúde e Prevenção da Violência

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Dissertação Acesso de travestis e mulheres transexuais_FORMATADA_08_fevereiro_2023_pdfA.pdf
Tamanho:
669.02 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
2.07 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: