Individualismo global e agência de grupos
| dc.creator | Aluízio de Araújo Couto Júnior | |
| dc.date.accessioned | 2022-10-19T13:43:24Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:01:16Z | |
| dc.date.available | 2022-10-19T13:43:24Z | |
| dc.date.issued | 2022-09-05 | |
| dc.description.sponsorship | CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/46371 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Filosofia - Teses | |
| dc.subject | Ontologia - Teses | |
| dc.subject | Ciência política - Filosofia - Teses | |
| dc.subject.other | Ontologia social | |
| dc.subject.other | Agregação | |
| dc.subject.other | Ação de grupos | |
| dc.subject.other | Filosofia política | |
| dc.subject.other | Ética | |
| dc.title | Individualismo global e agência de grupos | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Leonardo de Mello Ribeiro | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/4677324808436927 | |
| local.contributor.referee1 | Eduardo Soares Neves Silva | |
| local.contributor.referee1 | Delamar José Volpato Dutra | |
| local.contributor.referee1 | Evandro Barbosa | |
| local.contributor.referee1 | Rodrigo Azevedo dos Santos Gouvea | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/5965939757303535 | |
| local.description.resumo | Argumento nesta tese que há razões liberais para rejeitar o que chamo de “individualismo global”, que é a conjunção de duas perspectivas fortemente associadas ao liberalismo: o atomismo social e o individualismo normativo. De acordo com a primeira perspectiva, o mundo social é composto apenas por agentes individuais e suas ações. A segunda sustenta que todas as propriedades normativas são redutíveis a propriedades normativas individuais. Meu argumento tem a seguinte estrutura: após sugerir que o individualismo global não representa o liberalismo erradamente, recorro a alguns insights recentes do campo da ontologia social para mostrar que ele é incompatível com o cumprimento apropriado de um princípio liberal importante que diz respeito à proteção dos direitos individuais ao longo do tempo. Em outras palavras, mostro que há uma tensão forte e em alguma medida negligenciada dentro do próprio liberalismo. Como sustento, para resolver o problema, precisamos aceitar a ideia de grupos ontologicamente irredutíveis atuando, como colocam Christian List e Philip Pettit, “no espaço das obrigações”. Essa solução, contudo, é custosa para o liberalismo, pois a aceitação de propriedades normativas atribuídas a coletivos compele os liberais para uma posição muito menos individualista do que o esperado. Concluo com a discussão de algumas objeções à própria ideia de agência de grupos. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Filosofia |