Economy class syndrome: what is it and who are the individuals at risk?
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
The term ‘economy class syndrome’ refers to the occurrence of thrombotic events during long-haul flights that mainly occur in passengers in the economy class of the aircraft. This syndrome results from several factors related to the aircraft cabin (immobilization, hypobaric hypoxia and low humidity) and the passenger (body mass index, thrombophilia, oral contraceptives or hormone replacement therapy, cancer), acting together to predispose to excessive blood coagulation, which can result in venous thromboembolism. Several risk factors, both genetic and acquired, are associated with venous thromboembolism. The most important genetic risk factors are natural anticoagulant deficiencies (antithrombin, protein C and protein S), factor V Leiden, prothrombin and fibrinogen gene mutations and non-O blood group individuals. Acquired risk factors include age, pregnancy, surgery, obesity, cancer, hormonal contraceptives and hormone replacement therapy, antiphospholipid syndrome, infections, immobilization and smoking. People who have these risk factors are predisposed to hypercoagulability and are more susceptible to suffer venous thromboembolism during air travel. For these individuals, a suitable outfit for the trip, frequent walks, calf muscle exercises, elastic compression stockings and hydration are important preventive measures. Hence, it is essential to inform about economic class syndrome in an attempt to encourage Brazilian health and transport authorities to adopt measures, in partnership with the pharmaceutical industry, to prevent venous thromboembolism.
Abstract
O termo “síndrome da classe econômica” refere-se à ocorrência de eventos trombóticos durante voos de longo curso que ocorrem principalmente em passageiros da classe económica da aeronave. Essa síndrome resulta de diversos fatores relacionados à cabine da aeronave (imobilização, hipóxia hipobárica e baixa umidade) e ao passageiro (índice de massa corporal, trombofilia, contraceptivos orais ou terapia de reposição hormonal, câncer), atuando em conjunto para predispor à coagulação sanguínea excessiva, que pode resultar em tromboembolismo venoso. Vários fatores de risco, tanto genéticos quanto adquiridos, estão associados ao tromboembolismo venoso. Os fatores de risco genéticos mais importantes são deficiências de anticoagulantes naturais (antitrombina, proteína C e proteína S), fator V de Leiden, mutações nos genes da protrombina e do fibrinogênio e indivíduos do grupo sanguíneo não O. Os fatores de risco adquiridos incluem idade, gravidez, cirurgia, obesidade, câncer, contraceptivos hormonais e terapia de reposição hormonal, síndrome antifosfolípide, infecções, imobilização e tabagismo. Pessoas que apresentam esses fatores de risco estão predispostas à hipercoagulabilidade e são mais suscetíveis a sofrer tromboembolismo venoso durante viagens aéreas. Para esses indivíduos, roupa adequada para a viagem, caminhadas frequentes, exercícios para musculatura da panturrilha, meias elásticas de compressão e hidratação são medidas preventivas importantes. Portanto, é fundamental informar sobre a síndrome da classe econômica na tentativa de incentivar as autoridades brasileiras de saúde e de transporte a adotarem medidas, em parceria com a indústria farmacêutica, para prevenir o tromboembolismo venoso.
Assunto
Viagem aérea, Tromboembolia, Gravidez
Palavras-chave
Economy class syndrome, Air travel, Thromboembolism, Pregnancy