As cartogra'frias' das formas de relevo na educação básica
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Este trabalho visa a analisar como os mapas com temáticas geomorfológicas podem estar contribuindo para o insistente desinteresse de professores e alunos no ensino-aprendizagem deste assunto na educação básica. A frieza dos mapas geomorfológicos em geral, e especialmente das formas superficiais de relevo, manifesta-se principalmente a partir da elaboração de maneira esquemática, e que pouco representa a realidade percebida por estudantes que estão em estágio inicial de aprendizagem de geomorfologia. Foi realizada uma pesquisa com 205 estudantes de 6º ano em quatro escolas de Belo Horizonte/MG, na qual foram apresentados dois exercícios sobre geomorfologia, sendo um para se resolver com o auxílio de um mapa e o outro com o auxílio de um bloco-diagrama. Os resultados mostraram que os estudantes compreendem melhor alguns elementos da dinâmica geomorfológica quando se usa o bloco diagrama, o que leva a crer que há premente necessidade em se repensar a eficácia das técnicas e convenções cartográficas utilizadas para elaboração de mapas de formas superficiais de relevo. Deve-se abrir mais possibilidades de inserção de elementos artísticos nos mapas. Os resultados mostraram, ainda, que de maneira geral a aprendizagem de geomorfologia no 6º ano é deficiente.
Abstract
Assunto
Geociências, Geografia - Estudo e ensino, Geomorfologia - Mapas, Educação básica
Palavras-chave
Cartografia, Ensino, Representação, Relevo, Geomorfologia
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