Beleza, sublimidade, natureza: subjetividade e objetividade nas analíticas kantianas do belo e do sublime

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Dissertação de mestrado

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Membros da banca

Jose Henrique Santos
Georg Otte

Resumo

O problema que resolvemos investigar deriva da noção de "belo natural". A questão pode ser introduzida da seguinte forma. Na era da metafísica dogmática, o conceito do belo correspondia a uma essência objetiva da natureza. A beleza era uma propriedade substancial das coisas. Após a revolução do cogito, essa essência deslocou-se para o sujeito, tomando-se uma representação deste. O belo, contudo,permanece uma propriedade objetiva. Ele consiste na representação conceituai de um sujeito, mas o conceito desempenha agora o papel da antiga essência, isto é, ele designa um ponto de apoio que se opõe a tudo que existe de arbitrário e meramente subjetivo nas representações. Enquanto conceito, o belo é tão objetivo quanto o conhecimento científico. Por isso, na estética lacionalista do século XVII, ele seráidentificado com o verdadeiro, como na célebre forma de Boileau:Rien n'est beau que le vrai, le vrai seuI est aimable (Apud Ferry 199459).

Abstract

Assunto

Natureza (Estetica), Kant, Immanuel, 1724-1804 Critica e interpretação, O Sublime, Filosofia alemã, Estetica, Filosofia

Palavras-chave

Filosofia

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