A formação continuada de professores para a acessibilidade: um estudo sobre o trabalho com as crianças com TEA em uma escola de educação infantil de Belo Horizonte

dc.creatorNildete Maria Gomes
dc.date.accessioned2024-09-04T15:18:09Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:10:19Z
dc.date.available2024-09-04T15:18:09Z
dc.date.issued2019-12-07
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/75936
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectProfessores de educação especial - Formação
dc.subjectInclusão em educação
dc.subjectAutismo em crianças
dc.subject.otherInclusão
dc.subject.otherAcessibilidade
dc.subject.otherTranstorno do Espectro do Autismo
dc.titleA formação continuada de professores para a acessibilidade: um estudo sobre o trabalho com as crianças com TEA em uma escola de educação infantil de Belo Horizonte
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Terezinha Cristina Costa da Rocha
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9084425259229197
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4970438155446127
local.description.resumoEste trabalho se situa no campo de discussões sobre a formação de professores. Ele foi desenvolvido em uma Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) de Belo Horizonte, cuja centralidade das discussões foi a criança com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). O Estudo aborda aspectos significativos da condição da criança com TEA e da inclusão escolar dessas crianças. Atuando como membro da equipe de inclusão escolar, e tomando consciência das demandas trazidas pelas professoras da escola pesquisada, surgiu assim certa necessidade de realizá-lo. A EMEI na qual foi desenvolvido este estudo atualmente atende 415 crianças, distribuídas em turmas nos turnos da manhã e da tarde, sendo que dezesseis dessas crianças tem algum tipo de deficiência, dentre elas, onze crianças com Transtorno do Espectro do Autismo. Em relação ao referencial teórico, subsidiaram este trabalho estudos como os de: Mello (2007), David (2012), Pimenta (2018), Camargos (2013), Borges (2018), Franco (2018) e Rocha e Pacheco (2018). No que diz respeito à metodologia do trabalho, foi utilizada uma abordagem qualitativa (LUDKE, 1986), com observação participante durante a análise de uma prática formativa com as professoras da escola na qual foram tratadas questões sobre os processos de ensino-aprendizado de crianças com TEA. Foi feito o registro de todo o processo com notas de campo e, quando possível, registro de áudio. Participaram do estudo um total de 37 professoras. Os resultados indicaram que existe certa fragilidade na formação das professoras no que diz respeito às questões que envolvem a Educação Inclusiva como um todo. Dentre os principais desafios, as professoras participantes apontaram a necessidade de conhecer sobre o comportamento das crianças com TEA, bem como as maneiras de realizar o trabalho considerando essas diferenças em sala de aula. O encontro formativo pareceu ser um valioso recurso em termos de contribuição para o enfrentamento desses desafios, pois, através deles, as professoras puderam expor seus pensamentos, discutir e rever suas práticas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Formação de Educadores Para a Educação Básica

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