Limites e potencialidades da participação popular nos conselhos de saúde

dc.creatorCristiane Varanda Ventresqui Guedes
dc.date.accessioned2025-10-17T19:44:14Z
dc.date.accessioned2025-12-03T13:22:19Z
dc.date.available2025-10-17T19:44:14Z
dc.date.issued2010-04-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/85391
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherParticipação
dc.subject.otherDeliberação
dc.subject.otherRepresentação
dc.titleLimites e potencialidades da participação popular nos conselhos de saúde
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Natália Guimarães Duarte Sátyro
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4329421622864014
local.contributor.referee1Débora Cristina Rezende de Almeida
local.contributor.referee1Márcio Florentino Pereira
local.description.resumoO Movimento da Reforma Sanitária iniciado em 1978 reuniu atores sociais diversificados (professores, trabalhadores da saúde, associações comunitárias, entidades religiosas) trazendo como princípios ideológicos a luta pela democratização do acesso à saúde visando a redução das desigualdades que historicamente assolam os brasileiros menos favorecidos. Os Conselhos de Saúde emergem dessa luta por direitos, como espaços estratégicos de participação da sociedade civil na formulação e controle da execução das políticas públicas de saúde. A ampliação da participação implicou uma expressiva alteração das relações entre Estado e sociedade civil ao romper com o modelo centralizado de produção de políticas e permitir o partilhamento do poder decisório entre esses atores, preconizando um novo agir político. Este trabalho visa conhecer e apresentar os fatores que podem limitar ou potencializar a participação popular nos Conselhos de Saúde objetivando contribuir para o esclarecimento e atuação dos atores sociais envolvidos nesse contexto e fortalecer o controle público. O trabalho fundamenta-se na revisão da literatura existente sobre o assunto, tendo demonstrado que o funcionamento e a capacidade deliberativa dos conselhos de saúde sofrem a influência do cumprimento ou não dos princípios da teoria democrática deliberativa, a saber, a publicidade, pluralidade e igualdade deliberativa além de outras variáveis como o tipo de associativismo, projetos políticos de governo, assimetrias informacionais e cognitivas entre os atores, deficiências de infra-estrutura, entre outros. Concluímos que esta nova forma de politização da sociedade, proporcionada pelos conselhos de políticas impõe ao Estado e à sociedade civil o desenvolvimento de novas capacidades políticas, informacionais e organizacionais, para efetivamente tornar a ação pública cada vez mais responsável e democrática.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais

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