Impacto do alelo ε4 de apoe na progressão e gravidade da covid-19 e outras síndromes gripais respiratórias

dc.creatorMarina Carvalho-Rassbach
dc.date.accessioned2025-05-30T17:11:18Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:05:19Z
dc.date.available2025-05-30T17:11:18Z
dc.date.issued2025-03-19
dc.description.abstractApolipoprotein E (ApoE), especially the ApoE4 isoform, is suggested to influence the severity of respiratory viral infections; however, this association is still unclear. Hypothesis: The presence of allele ε4 impacts the development of Flu-like syndromes. Aim: This study aimed to evaluate the impact of the ε 4 allele on the severity and duration of Flu-like syndromes, including COVID-19. Methodology: This study comprised 280 individuals presenting flu-like symptoms, all genotyped for ApoE isoforms. Data were collected on clinical course, comorbidities, nutritional status, biochemical and inflammatory markers, SARS-CoV-2 RT-PCR results, and disease severity (mild, moderate/severe) according to the World Health Organization (WHO) criteria. The individuals were analyzed as a whole and within subgroups based on the SARS-CoV-2 positive (COVID-19 group) or negative (flu-like syndrome group) test. Results: The frequency of the ε4 allele was similar across the whole population and in both the COVID-19 and Flu-like syndrome subgroups (17 and 18%, respectively). No differences were seen in sex, age range, self-reported skin color, BMI, number of comorbidities, vaccination status, biochemical, cytokine, and lipid profiles (except for total cholesterol) in the flu-like group when ε4 allele carriers and non-carriers were compared. In the COVID-19 group, the ε4 allele did not correlate with disease severity or duration, number of comorbidities, or inflammatory biomarkers. While gender distribution was equal in the overall COVID-19 population, male gender strongly correlated with COVID-19 severity. Multivariate analysis showed that older individuals, male gender, higher BMI, and the presence of comorbidities were linked to increased chances of developing moderate and severe disease. IL-4 was the only factor found to reduce the risk of severe COVID-19. Conclusion: The presence of one ɛ4 allele showed no association with the duration and severity of Flu-like syndromes, including COVID-19. Nonetheless, SARS-CoV-2-positive individuals tend to be older men with a higher BMI and a tendency to be overweight and obese. Regarding COVID-19 severity, BMI, male sex, and the number of associated comorbidities were the factors that increased the chance of developing a more severe form of COVID-19, while Il-4 decreased the chance.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/82668
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBioquímica e imunologia
dc.subjectApolipoproteínas E
dc.subjectInfecções por Coronavirus
dc.subjectInflamação
dc.subjectCitocinas
dc.subjectObesidade
dc.subject.otherApolipoproteína E
dc.subject.otherCovid-19
dc.subject.otherInfecção Viral
dc.subject.otherInflamação
dc.subject.otherCitocinas
dc.subject.otherObesidade
dc.titleImpacto do alelo ε4 de apoe na progressão e gravidade da covid-19 e outras síndromes gripais respiratórias
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Jacqueline Isaura Alvarez Leite
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2226590630777569
local.contributor.referee1Reinaldo Barreto Oriá
local.contributor.referee1Carla de Oliveira Barbosa Rosa
local.contributor.referee1Luciana Bastos Rodrigues
local.contributor.referee1Helton da Costa Santiago
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9707013356720460
local.description.resumoSugere-se que a apolipoproteína E (ApoE), especialmente a isoforma ApoE4, influencia a gravidade das infecções virais respiratórias; no entanto, essa associação ainda não está clara. Hipótese: A presença do alelo ε4 impacta o desenvolvimento de síndromes semelhantes à gripe. Objetivo: Este estudo teve como objetivo avaliar o impacto do alelo ε4 de Apo E na gravidade e duração de síndromes semelhantes à gripe, incluindo COVID-19. Metodologia: Este estudo de coorte compreendeu 280 indivíduos apresentando sintomas semelhantes aos da gripe, todos genotipados para isoformas de ApoE. Dados foram coletados sobre curso clínico, comorbidades, estado nutricional, marcadores bioquímicos e inflamatórios, resultados de RT-PCR do SARS-CoV-2 e gravidade da doença de acordo com os parâmetros de gravidade da OMS. Os indivíduos foram analisados como um todo e dentro de subgrupos com base no teste positivo (grupo COVID-19) ou negativo (grupo síndrome semelhante à gripe) para SARS-CoV-2. Resultados: A frequência do alelo ε4 foi similar, considerando toda a população e os subgrupos COVID-19 e síndrome semelhante à gripe (17 e 18%, respectivamente). Não foram observadas diferenças em todos os parâmetros analisados (sexo, faixa etária, cor da pele autorrelatada, IMC, número de comorbidades, perfil bioquímico e perfil de citocinas, estado de vacinação e colesterol LDL, HDL, exceto colesterol total) no grupo semelhante à gripe ao comparar portadores e não portadores do alelo 4. No grupo COVID-19, o alelo ε4 não se correlacionou com a gravidade da doença (os resultados foram hospitalização sem ventilação invasiva ou ventilação mecânica ou ventilação mais suporte de órgãos ou morte), duração, comorbidades ou biomarcadores inflamatórios. Embora a distribuição de gênero tenha sido igual na população geral de COVID-19, o sexo masculino se correlacionou fortemente com a gravidade da COVID-19. A análise multivariada mostrou que indivíduos mais velhos, do sexo masculino, com IMC mais alto e a presença de comorbidades estavam associados a maiores chances de desenvolver doença moderada e grave. A IL-4 foi o único fator que reduziu o risco de COVID-19 grave. Conclusão: A presença de um alelo ɛ4 de Apo E não mostrou associação com a duração e gravidade de síndromes semelhantes à gripe, incluindo COVID-19. No entanto, indivíduos positivos para SARS-CoV-2 tendem a ser homens mais velhos, com IMC mais alto, com sobrepeso e obesidade. Em relação à gravidade da COVID-19, o IMC, o sexo masculino e o número de comorbidades associadas foram os fatores que aumentaram as chances de desenvolver uma forma mais grave de COVID-19 e a Il-4 foi o único fator que reduziu as chances.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3093-6876
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Bioquímica e Imunologia

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