Fatores de risco para reoperação nas fraturas da extremidade distal do fêmur

dc.creatorMarcelo de Oliveira e Britto Perucci
dc.date.accessioned2025-07-18T13:35:29Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:52:27Z
dc.date.available2025-07-18T13:35:29Z
dc.date.issued2025-02-10
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83641
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFraturas Femorais Distais
dc.subjectReoperação
dc.subjectFraturas do Fêmur
dc.subjectFatores de Risco
dc.subjectFixação Interna de Fraturas
dc.subjectFixação Intramedular de Fraturas
dc.subject.otherFraturas femorais distais
dc.subject.otherReoperação
dc.subject.otherFraturas do fêmur
dc.subject.otherFatores de risco
dc.subject.otherFixação interna de fraturas
dc.subject.otherFixação intramedular de fraturas
dc.titleFatores de risco para reoperação nas fraturas da extremidade distal do fêmur
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Túlio Vinícius de Oliveira Campos
local.contributor.advisor1Marco Antônio Percope de Andrade
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5537510377558805
local.contributor.referee1Robinson Esteves Santos Pires
local.contributor.referee1Vincenzo Giordano Neto
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8279431798905545
local.description.resumoIntrodução: o estudo adequado dos padrões das fraturas da extremidade distal do fêmur é imprescindível para definir o melhor tratamento. Objetivo: verificar a associação entre a incidência de reoperação e a classificação Arbeitsgemeinschaft für Osteosynthesefragen dos diversos tipos de fraturas da extremidade distal do fêmur. Métodos: estudo retrospectivo dos pacientes com fraturas da extremidade distal do fêmur tratados cirurgicamente no período de 2011 a 2024. Foram incluídos todos os pacientes com diagnóstico de fratura da extremidade distal do fêmur de acordo com o Código Internacional de Doenças. A coleta de dados foi realizada por meio de revisão de prontuários eletrônicos. Foram coletados dados sociodemográficos, história clínica, comorbidades, mecanismo de trauma, lesões associadas, tempo de internação, métodos de tratamento e desfechos, como necessidade de reoperação. Resultados: Participaram deste estudo 82 indivíduos com idade média de 43,91 (±19,19) anos e idades mínima e máxima entre 18 e 90 anos. A maioria dos indivíduos era do sexo masculino (54,9%). Em relação ao trauma, a maioria das ocorrências se deu por queda da própria altura (36,6%) ou acidente motociclístico (35,4%) com fratura fechada (59,8%) e classificação do tipo 33C (46,4%), tendo sido 9,8% do tipo 1, 14,6% do tipo 2 e 22% do tipo 3. As variáveis elegíveis para o ajuste do modelo de regressão logística múltipla ao nível de significância de 0,20 foram: idade na época do trauma (p=0,176), classificação agrupada (0,286), mecanismos de trauma (0,110), fratura exposta (p=0,041), fragmentação metafisária medial (p=0,003), consolidação (p=0,091) e uso de fixador externo (p=0,028). Os indivíduos com fragmentação metafisária medial apresentaram uma chance de reoperação 4,145 vezes maior que a daqueles indivíduos que não apresentavam essa condição. Conclusão: O presente estudo identificou que não houve relevância estatística na associação entre classificação da fratura e risco de reoperação. Entretanto, a fragmentação metafisária medial é fator relevante no desfecho e deve receber atenção do ortopedista no seu planejamento cirúrgico.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE APARELHO LOCOMOTOR
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia

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