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Por uma teoria do formato: Reflexões sobre o jornal como sujeito semiótico

dc.creatorMaria Betania do Socorro Moura
dc.date.accessioned2019-08-11T16:36:32Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:49:43Z
dc.date.available2019-08-11T16:36:32Z
dc.date.issued2010-07-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAFI-8U5N8J
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSinestesia
dc.subjectComunicação de massa
dc.subjectJornais
dc.subjectJornalismo
dc.subjectFolha de S Paulo (Jornal)
dc.subject.otherSinestesia
dc.subject.otherJornal impresso
dc.subject.otherJornalismo
dc.subject.otherDiscurso em ato
dc.titlePor uma teoria do formato: Reflexões sobre o jornal como sujeito semiótico
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Bruno Souza Leal
local.contributor.referee1Carlos Magno Camargos Mendonca
local.contributor.referee1Cesar Geraldo Guimaraes
local.contributor.referee1Ronaldo Cesar Henn
local.contributor.referee1Kati Eliana Caetano
local.description.resumoNeste trabalho, propõe-se uma reflexão sobre o formato jornalístico com base na semiótica do discurso em ato, de orientação greimasiana. Concentra-se sobre o modo de ser do jornal impresso, com vistas a demonstrar que o sentido, no âmbito de sua recepção, constrói-se por meio da experiência do formato, tomado como devir. Procura-se demonstrar que embora o jornal seja um conjunto significante portador de sentido, este não é atributo imanente à sua materialidade verbo-visual, mas é organizado no formato pela percepção do leitor, que o experimenta como presença afetiva, discurso vivo, puro devir. Conclui-se que, embora condicionado a condutas leitoras culturalmente sedimentadas e aos simulacros que o jornal constrói dia a dia em suas páginas, o leitor o experimenta, a cada leitura, como um acontecer, sempre singular, marcado por uma espécie de oscilação entre a aparência informativa, atravessada por referencialidades e particularidades, e o aparecer da informação, a estesia, que expressa o sentido do devir de todas as coisas, momento em que a materialidade sensível jornal apresenta-se à instância leitora de uma forma outra, proprioceptiva. Esta forma é o corpo próprio que integra, no formato jornalístico, a dimensão passional à dimensão cognitiva, transformando presença sensível em informação, em conhecimento jornalístico.
local.publisher.initialsUFMG

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