A atenção à saúde do adolescente privado de liberdade em Belo Horizonte: impasses e desafios

dc.creatorCristina Campolina Vilas Boas
dc.date.accessioned2019-08-10T02:28:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:59:29Z
dc.date.available2019-08-10T02:28:40Z
dc.date.issued2014-05-26
dc.description.abstractIntroduction: The health care of adolescents in conflict with the law is a challenge for public policies and, therefore, for all the actors involved in implementing such policies. Objective: To investigate how the health care of adolescents in conflict with the law in Belo Horizonte is. Methods: Qualitative research has been made by means of the fallowing methods: Psychoanalytic Conversation, Participant Observation, Workshops. The subjects involved were professionals working with health care in healthcare centers or in socioeducational centers. We have also had the indirect participation of adolescents, socioeducational agents and policy managers. Results: In general, there is an effort from the workers in order to make effective this adolescents right to health. Nonetheless, such effort is marked with the meanings attributed to the adolescents here concerned, with various incidences upon their subjectivity. It also reflects these professionals capacity of developing health care actions, as well as the ability of the institutions involved in such process. Conclusion: The means of making effective the health care of the adolescents here concerned are heterogeneous, and this is due to the particularities of the health care professional, of the adolescents and of the institutions, with can be more or less open to adopting themselves to the requirements of the policy underlying this whole process. To make the professionals aware as well as their capacitation is an important factor in the advance of the ways of producing health with the adolescent deprived of freedom.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A6SNAW
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDefesa da criança e do adolescente
dc.subjectSociologia
dc.subjectDelinquência juvenil
dc.subjectAdolescente institucionalizado
dc.subjectPolíticas públicas de saúde
dc.subjectAdolescentes e violência
dc.subjectAssistencia integral à saúde/legislação & jurisprudência
dc.subjectAdolescente
dc.subject.otherPrivação de Liberdade
dc.subject.otherSaúde do Adolescente Institucionalizado
dc.subject.otherSistema Único de Saúde
dc.subject.otherViolência
dc.subject.otherProfissional de Saúde
dc.subject.otherSistema Socioeducativo
dc.subject.otherAtenção Integral à Saúde
dc.subject.otherPolíticas Públicas
dc.titleA atenção à saúde do adolescente privado de liberdade em Belo Horizonte: impasses e desafios
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Cristiane de Freitas Cunha
local.contributor.referee1Maria Cristina Gonçalves Vicentin
local.contributor.referee1Simone Gonçalves Assis
local.contributor.referee1Andrea Maris Campos Guerra
local.contributor.referee1Elza Machado de Melo
local.description.resumoIntrodução: A atenção à saúde do Adolescente que cumpre Medida Socioeducativa de Privação de Liberdade constitui um desafio para as políticas públicas e, portanto, para todos os atores envolvidos em sua operacionalização. Objetivo: Investigar como se efetiva a atenção à saúde dos Adolescentes Privados de Liberdade em Belo Horizonte. Métodos: Foi realizada pesquisa qualitativa através do uso dos métodos: Conversação Psicanalítica, Observação participante e Oficinas, cujos participantes diretos foram os profissionais de saúde que atuam em Centros de Saúde ou em Centros Socioeducativos. Contamos também com a participação indireta de adolescentes, agentes socioeducativos e gestores. Resultados: De forma geral, há o empenho dos trabalhadores para fazer valer o direito desse adolescente à saúde. Contudo, tal implicação leva as marcas dos sentidos atribuídos ao adolescente em questão e tem incidências diversas na subjetividade deste. Além disso, reflete a capacidade desses profissionais para o desempenho das ações de saúde, bem como o preparo ou não das instituições envolvidas nesse processo. Conclusão: Há uma heterogeneidade nos modos de viabilizar a atenção à saúde desse adolescente que é efeito tanto das particularidades do profissional de saúde, quanto do adolescente e da própria instituição que se mostra mais ou menos aberta a adequar-se às exigências dessa política. A sensibilização do profissional de saúde, juntamente à sua capacitação, constitui importante fator no avanço dos modos de produzir saúde junto ao Adolescente Privado de Liberdade
local.publisher.initialsUFMG

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