Do papel à cidade, da cidade ao papel (e outras materialidades): art déco popular como patrimônio gráfico brasileiro
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Tomando como aporte as obras A persistência dos rastros - dissertação e livro de Alice de Oliveira Viana - e A cidade e sua lírica geometria decorativa - pesquisa de pós-doutorado e livro de artista de Fernanda Goulart - esse artigo reforçará a importância da documentação e do inventário como instrumentos de preservação da arquitetura Art Déco no Brasil, sobretudo aquela de caráter popular. Ambas as pesquisas - a primeira em Florianópolis/SC e a segunda em Belo Horizonte/MG - se utilizam do inventário para conhecer e divulgar, por meio editorial, a arquitetura Art Déco das cidades referidas, e dão especial ênfase às edificações não tombadas e construídas por arquitetos não diplomados nos anos 30 e 40. Através desse recorte, as autoras destacam a diversidade e riqueza compositiva dessas edificações, a despeito de sua economia e simplicidade formais, cuja tipologia foi e está tão disseminada quanto ameaçada pela demolição em todo o país. Destaca-se, ainda, em ambos os objetos gráficos - um de viés mais acadêmico e outro mais experimental - conexões singulares entre a arquitetura Art Déco popular e as Artes Visuais, seja a partir do aporte teórico e
histórico de que se vale a pesquisa de Alice Viana, seja a partir das experimentações gráficas que, no projeto de Fernanda Goulart, propõem novas abordagens metológicas, que convidam a ressignificar e transfigurar a memória das cidades.
Abstract
Assunto
Arte deco (Arquitetura), Artes gráficas, Arte e arquitetura, Memória na arte
Palavras-chave
Artes gráficas, Arquitetura, Memória gráfica, Art déco, Arquitetura popular, Arquitetura popular
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https://www.even3.com.br/anais/arqedoc2021/396696-do-papel-a-cidade-da-cidade-ao-papel-(e-outras-materialidades)--art-deco-popular-como-patrimonio-grafico-brasile/