Do papel à cidade, da cidade ao papel (e outras materialidades): art déco popular como patrimônio gráfico brasileiro

dc.creatorFernanda Guimaraes Goulart
dc.creatorAlice de Oliveira Viana
dc.date.accessioned2024-12-09T16:20:41Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:03:11Z
dc.date.available2024-12-09T16:20:41Z
dc.date.issued2021
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2237-5619
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/78533
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSeminário Ibero-americano Arquitetura e Documentação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArte deco (Arquitetura)
dc.subjectArtes gráficas
dc.subjectArte e arquitetura
dc.subjectMemória na arte
dc.subject.otherArtes gráficas
dc.subject.otherArquitetura
dc.subject.otherMemória gráfica
dc.subject.otherArt déco
dc.subject.otherArquitetura popular
dc.subject.otherArquitetura popular
dc.titleDo papel à cidade, da cidade ao papel (e outras materialidades): art déco popular como patrimônio gráfico brasileiro
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage12
local.citation.issue7
local.citation.spage1
local.description.resumoTomando como aporte as obras A persistência dos rastros - dissertação e livro de Alice de Oliveira Viana - e A cidade e sua lírica geometria decorativa - pesquisa de pós-doutorado e livro de artista de Fernanda Goulart - esse artigo reforçará a importância da documentação e do inventário como instrumentos de preservação da arquitetura Art Déco no Brasil, sobretudo aquela de caráter popular. Ambas as pesquisas - a primeira em Florianópolis/SC e a segunda em Belo Horizonte/MG - se utilizam do inventário para conhecer e divulgar, por meio editorial, a arquitetura Art Déco das cidades referidas, e dão especial ênfase às edificações não tombadas e construídas por arquitetos não diplomados nos anos 30 e 40. Através desse recorte, as autoras destacam a diversidade e riqueza compositiva dessas edificações, a despeito de sua economia e simplicidade formais, cuja tipologia foi e está tão disseminada quanto ameaçada pela demolição em todo o país. Destaca-se, ainda, em ambos os objetos gráficos - um de viés mais acadêmico e outro mais experimental - conexões singulares entre a arquitetura Art Déco popular e as Artes Visuais, seja a partir do aporte teórico e histórico de que se vale a pesquisa de Alice Viana, seja a partir das experimentações gráficas que, no projeto de Fernanda Goulart, propõem novas abordagens metológicas, que convidam a ressignificar e transfigurar a memória das cidades.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0661-3022
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEBA - DEPARTAMENTO DE DESENHO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.even3.com.br/anais/arqedoc2021/396696-do-papel-a-cidade-da-cidade-ao-papel-(e-outras-materialidades)--art-deco-popular-como-patrimonio-grafico-brasile/

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