Possibilidades de novos mecanismos de participação social na área da saúde : a experiência das consultas públicas

dc.creatorMaria Ermínia Ciliberti
dc.date.accessioned2025-05-13T20:21:33Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:13:05Z
dc.date.available2025-05-13T20:21:33Z
dc.date.issued2012-10-17
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/82252
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectParticipação social
dc.subjectDemocracia
dc.subject.otherParticipação social
dc.subject.otherConsultas públicas
dc.subject.otherDemocratização
dc.titlePossibilidades de novos mecanismos de participação social na área da saúde : a experiência das consultas públicas
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Áurea Cristina Mota
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0915826026630631
local.contributor.referee1Telma Maria Gonçalves Menicucci
local.contributor.referee1Débora Cristina Rezende de Almeida
local.description.resumoA Constituição Brasileira de 1988 inovou ao agregar elementos de democracia participativa à democracia representativa. A área da Saúde foi uma das primeiras a incorporar formas institucionais de participação da comunidade. Com a eleição do presidente Lula em 2003, várias iniciativas buscaram democratizar ainda mais o Estado, ampliando o protagonismo da sociedade civil nos processos decisórios. No Ministério da Saúde o novo ordenamento institucional se propõe a efetivar a participação social na gestão da saúde. O trabalho apresenta várias destas iniciativas, mas concentra sua análise nas Consultas Públicas como mais um instrumento com potencial de ampliar a divulgação de informações, democratizar processos decisórios e promover a gestão compartilhada. A incorporação tecnológica e um novo arranjo institucional ampliam a utilização deste mecanismo. O trabalho analisa a utilização das Consultas Públicas no Ministério da Saúde e em duas agências a ele vinculadas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e a Agência Nacional de Saúde Suplementar. Reflete sobre as potencialidades e as fragilidades da utilização desses canais pelos atores governamentais envolvidos. Conclui que apesar dos avanços, muitos desafios devem ser enfrentados para que esse instrumento colabore com a consolidação da participação social como direito fundamental e como valor democrático.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais

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