A (não) extração do objeto a na psicose: algumas notas sobre o Homem dos lobos

dc.creatorVirginia Lucia Souto Maior Sanabio
dc.date.accessioned2019-08-13T09:51:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:05:17Z
dc.date.available2019-08-13T09:51:24Z
dc.date.issued2009-06-26
dc.description.abstractThis paper investigates the Freudian clinical case known as The Man of the Wolves. The case opens a vast field of discussion by presenting a clinical polymorphism; however, our survey limits itself to the discussion of the relation of this subject to the pulsating object that, in the Lacan theory, deals with a notion of pleasure under the form of the a object. For the psychotic subject there was not an extraction of the a object; the initial advent of becoming subject is in a confused state instead of the Other, i.e. the distinction interior/exterior, in/out, I/other is blotted out. In order to discuss this theme our survey uses the topology, the psychoanalysis and the phenomenology of perception of Maurice Merleau-Ponty.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/TMCB-7WYL3X
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicanálise
dc.subjectLacan, Jacques, 1901-1981
dc.subjectFenomenologia
dc.subjectFreud, Sigmund Homem dos lobos
dc.subjectMerleau-Ponty, Maurice, 1908-1961
dc.subjectPsicologia
dc.subject.otherTopologia
dc.subject.otherPsicose
dc.subject.otherNeurose obsessiva
dc.subject.otherPsicanálise
dc.subject.otherEspelho
dc.subject.otherOlhar
dc.subject.otherAnal
dc.subject.otherPercepção
dc.subject.otherObjeto a
dc.subject.otherFenomenologia
dc.titleA (não) extração do objeto a na psicose: algumas notas sobre o Homem dos lobos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Antonio Marcio Ribeiro Teixeira
local.contributor.referee1Ilka Franco Ferrari
local.contributor.referee1Gilson de Paulo Moreira Iannini
local.description.resumoEste trabalho tem como investigação o caso clínico freudiano conhecido como O Homem dos Lobos. O caso abre um campo vasto de discussão por apresentar um polimorfismo clínico; porém, nossa pesquisa se restringe à discussão da relação desse sujeito com o objeto pulsional que, na teoria lacaniana, trata-se de uma noção de gozo sob a forma de objeto a. Para o sujeito psicótico, não houve a extração do objeto a; o advento inicial de se tornar sujeito encontra-se em estado confuso no lugar do Outro, isto é, a distinção interior/exterior, dentro/fora, eu/outro, mostra-se esfumaçada. Para colocar em discussão esse tema, nossa pesquisa se serve da topologia, da psicanálise e da fenomenologia da percepção de Maurice Merleau-Ponty.
local.publisher.initialsUFMG

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